Economia
Sine de Várzea Grande oferece 209 vagas, sendo oito delas para pessoas com deficiência
Economia
Os interessados devem procurar atendimento presencial do Sine/VG no Ganha Tempo do Cristo Rei ou no segundo andar do Várzea Grande Shopping
O Sine de Várzea Grande, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, divulgou hoje (10), nova atualização sobre vagas disponíveis no Município com carteira assinada, ou seja, no mercado formal. A semana começa com 209 vagas abertas. As oportunidades contemplam diferentes níveis de escolaridade e áreas de atuação, com oito vagas para pessoas com deficiência (PCD).
As vagas são abertas a todos os candidatos que atendam aos requisitos exigidos pelas empresas contratantes.
Os interessados devem procurar atendimento presencial do Sine/VG no Ganha Tempo do Cristo Rei ou no segundo andar do Várzea Grande Shopping, munidos de documentos pessoais, carteira de trabalho (física ou digital), comprovante de residência e currículo atualizado.
Confira quais são: ajudante de motorista (01), assistente de compras (02), assistente de cafeteria (01), auxiliar administrativo (01), auxiliar de estoque (02), auxiliar de expedição (02), auxiliar de jardinagem em via permanente (03), auxiliar de limpeza (03), auxiliar de linha de produção (29), auxiliar pessoal (02), balanceiro (25), chefe de limpeza (01), coveiro (02), eletricista (15), empacotador (03), encarregado de seção de controle de produção (03), farmacêutico (01), forneiro de padaria (02), inspetor de qualidade (02), instalador de película (01), jardineiro (15), lubrificador de automóveis (05), mecânico de máquinas industrial (01), mecânico de instalação elétrica (01), montador de estrutura metálica (10), oficial de manutenção (05), operador de telemarketing (01), operador de vendas em lojas (14), promotor de vendas (02), serralheiro (03), servente de obras (40), soldador (07), técnico de edificações (02), técnico segurança do trabalho (01), técnico eletromecânica (01).
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Economia
Orçamento de 2027 limita reajuste real de servidores públicos
A estimativa de déficit primário em R$ 52 bilhões em 2026 fez o governo federal propor, em 2027, um gatilho para o crescimento das despesas com servidores públicos. Os pagamentos não poderão crescer 0,6% acima da inflação.

A medida consta do projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027, enviado nesta segunda-feira (31) ao Congresso Nacional.
Instituído pelo Artigo 6 do arcabouço fiscal, o mecanismo é acionado quando o governo registra déficit primário, resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Como houve resultado negativo em 2025 e há previsão de novo déficit em 2026, a limitação deverá valer para 2027.
O gatilho só poderá deixar de ser aplicado quando as contas públicas voltarem a registrar superávit primário.
Limite aos salários
Pela regra, enquanto houver déficit primário até 2030, as despesas com pessoal não poderão crescer mais de 0,6% ao ano acima da inflação. O limite abrange gastos com servidores ativos, aposentados e pensionistas, mas não abrange o pagamento com sentenças judiciais, nas quais estão incluídas os precatórios.
Na prática, a regra impede que o governo conceda, em 2027, reajustes que representem ganho real para o funcionalismo federal, caso as contas permaneçam no vermelho.
Como funciona
O déficit primário ocorre quando as receitas do governo ficam abaixo das despesas, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública. Já o superávit primário acontece quando as receitas superam as despesas, também sem levar em conta os juros.
O arcabouço fiscal, aprovado em 2023, estabelece que o crescimento das despesas deve corresponder a até 70% da alta das receitas, respeitado o limite de 2,5% ao ano acima da inflação.
No fim de 2024, o Congresso aprovou novas regras para reforçar o controle das contas públicas. Entre elas está a restrição a incentivos e benefícios tributários em caso de déficit primário, além do limite para o crescimento das despesas com pessoal.
Acordo com categorias
A restrição ocorre após o governo ter firmado, em 2024, acordos salariais com a maior parte dos servidores do Executivo federal. As negociações contemplaram reajustes para 2025 e 2026 e reestruturações de carreiras.
Na época, o governo informou que os acordos alcançavam 98,2% dos servidores federais. A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou que as negociações garantiriam a reposição da inflação durante o mandato, além de ganho real para as categorias.
Com a nova limitação fiscal, porém, o espaço para novos aumentos acima da inflação em 2027 fica reduzido enquanto o governo permanecer em situação de déficit primário.
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