Economia
Semana do MEI oferece oficinas, consultorias e mutirão gratuito para empreendedores em Várzea Grande
Economia
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo (SMDETT), organiza entre os dias 25 e 29 de maio a “Semana do MEI”, com uma ampla programação voltada aos microempreendedores individuais (MEIs), pequenos empresários e pessoas que desejam formalizar o próprio negócio.
A ação é nacional e realizada pelo Sebrae em parceria com as prefeituras e governos, e, contará com oficinas gratuitas, consultorias, mutirão de atendimento e orientações especializadas em diferentes pontos da cidade.
O objetivo da iniciativa é fortalecer o empreendedorismo local, ampliar o acesso à informação e facilitar serviços essenciais aos pequenos negócios de Várzea Grande e região.
De acordo com a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, a Semana do MEI representa uma oportunidade importante para quem busca regularizar ou expandir suas atividades.
“A Semana do MEI foi planejada para aproximar os empreendedores dos serviços que podem transformar seus negócios. Ofereceremos orientação, capacitação e suporte para que os microempreendedores tenham mais segurança, crescimento e acesso às oportunidades. Nosso compromisso é fortalecer a economia local por meio do empreendedorismo”, destacou a secretária.
Durante a programação, serão oferecidos atendimentos e orientações sobre formalização do MEI, abertura de CNPJ, emissão de boletos DAS, emissão de comprovantes CCMEI/CNPJ, reenquadramento e baixa do CNPJ, renegociação de dívidas, parcelamento de débitos, consultoria financeira para crédito, cadastro e emissão de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e), além da declaração anual do DASN-SIMEI.
A programação contará ainda com treinamentos, capacitações e mutirões de atendimento gratuitos nos seguintes locais:
- Sala do Empreendedor de Várzea Grande
1º piso do Várzea Grande Shopping – Avenida Arthur Bernardes, nº 43, Centro Sul
Atendimento de 25 a 30 de maio, das 10h às 17h. - Praça Áurea Braz – Cristo Rei
Rua Ary Paes Barreto, s/nº, bairro Cristo Rei
Atendimento de 25 a 30 de maio, das 8h às 17h. - Projeto Bem da Gente
Avenida C, s/nº, Quadra 41, Jardim Vitória Régia
Atendimento de 27 a 29 de maio, das 8h às 17h.
Oficinas gratuitas
A Semana do MEI também terá uma série de oficinas voltadas à gestão e desenvolvimento de negócios:
- 26 de maio | 14h às 18h
Oficina: Alcance Mais Vendas Online
Local: Praça Áurea Braz – Cristo Rei. - 27 de maio | 14h às 18h
Oficina: Faça Seus Indicadores Financeiros
Local: Praça Áurea Braz – Cristo Rei. - 28 de maio | 14h às 18h
Oficina: Faça do Atendimento uma Ótima Experiência
Local: Praça Áurea Braz – Cristo Rei. - 29 de maio | 14h às 18h
Oficina: Alcance Mais Vendas Online
Local: Projeto Bem da Gente – Avenida C, s/nº, Quadra 41, Jardim Vitória Régia.
Atendimento permanente ao empreendedor
Além da programação da Semana do MEI, a Sala do Empreendedor oferece atendimento contínuo e gratuito aos empreendedores do município, especialmente MEIs e microempresas. O espaço funciona no anexo da SMDETT/VG, no 1º piso do Várzea Grande Shopping, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.
Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (65) 98435-0003 ou pelo e-mail [email protected].
Outras informações sobre a programação estão disponíveis no site da Semana do MEI 2026 – Sebrae
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Economia
Boletim Focus: mercado prevê redução da inflação e do PIB de 2026
O mercado financeiro rebaixou a projeção de inflação e prevê menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para 2026, enquanto o câmbio do dólar e a taxa Selic permanecem inalterados nas previsões do ano.

As informações constam no Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), em Brasília.
A publicação semanal traz a estimativa média de instituições financeiras – como bancos, corretoras e consultorias – para a economia do país em 2026 e, também, para os próximos três anos.
Inflação
Segundo o Focus desta semana, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o índice oficial de inflação do país, caiu de 5,02%, na semana passada para 5,01%, hoje.
A projeção de inflação para 2027 mostra uma leve alta na inflação de 4,25% para 4,28% e estabilidade nos anos de 2028 e 2029, com estimativa de 3,80% e 3,50%, respectivamente.
Atualmente, o IPCA acumulado em 12 meses é 4,44%, trazendo o indicador de volta para a meta do governo, conforme os dados oficiais de julho divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
PIB
As instituições ouvidas pelo Boletim Focus projetam queda para este ano do PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,95%, há uma semana, para 1,92%, atualmente.
Para os três próximos anos, a expectativa do mercado não se alterou, com previsão de crescimento de 1,50%, para 2027; 1,98% para 2028; e 2% para 2029.
Dólar
A previsão do mercado financeiro para o câmbio brasileiro é que o dólar terminará o ano de 2026 cotado a R$ 5,20. A previsão de cotação atual repete a que foi divulgada há quatro semanas.
De acordo com os analistas, o valor da moeda norte-americana terá uma alta para R$ 5,30, em 2027. Valor mantido para chegar no fim de 2028. Em 2029, o câmbio deve subir mais uma vez para R$ 5,36.
O comportamento do dólar frente ao real influencia diretamente o desempenho da economia brasileira. Com o câmbio desvalorizado, ou seja, alta da moeda estrangeira, bens importados ficam mais caros, o que pressiona a inflação para cima. No entanto, favorece as exportações porque deixa os produtos brasileiros mais em conta no exterior.
Por outro lado, a moeda valorizada – queda na taxa – faz com que produtos importados fiquem mais baratos no país, o que pode refletir em menos pressão sobre a inflação. Mas pode ser prejudicial à indústria nacional, que precisa concorrer com produtos estrangeiros que ficam com os preços mais competitivos.
Juros
As instituições financeiras mantiveram a estimativa para a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira em R$ 13,75. A Selic serve de referência para todas as demais operações de crédito, como a dívida pública.
A Selic é decidida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, em reuniões realizadas a cada 45 dias.
O mercado acredita que, em 2027, a Selic terminará o ano em 12%. Para 2028, o Focus mantém, há quatro semanas, a projeção em 10,5% e para 2029, deve alcançar 10%.
Atualmente, a Selic está em 14% ao ano. A última reunião foi em 5 de agosto, quando o Copom ajustou a Selic em um ambiente de desaceleração da inflação, mas ainda marcado por incertezas o que exige prudência, conforme a última ata da reunião publicada.
O nível da Selic influencia o desempenho da economia. Quando a taxa está em patamar elevado, pode deixar as operações de crédito com maior custo, o que pode desestimular o consumo interno. Já a taxa em níveis reduzidos é um incentivo para a obtenção de crédito e favorece o investimento. A atenção é para não haver pressão inflacionária.
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