Economia
Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível
Economia
Apenas os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia indicaram que não vão aderir à proposta de subsídio ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel importado, apresentada pelo governo federal. A informação é do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, em entrevista a jornalistas, nesta quinta-feira (2).

Segundo ele, 90% dos estados já aderiram à subvenção e dois ou três ainda avaliam a proposta e devem dar a resposta hoje ou amanhã (3). A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto fiscal total é estimado em R$ 3 bilhões, R$ 1,5 bilhão por mês.
O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcado pela União e R$ 0,60, pelas unidades da federação. A equipe econômica apresentou a proposta aos estados após resistência dos governadores em zerar o ICMS sobre a importação do combustível.
A nova ajuda se soma a outras medidas anunciadas pelo governo no último dia 12: o subsídio de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores e o corte no PIS e Confins sobre a importação e comercialização do diesel.
Com o PIS e Cofins zerado para o diesel, o governo espera perder R$ 20 bilhões em arrecadação. Já a subvenção ao diesel deve ter um impacto de R$ 10 bilhões no caixa da União.
Alckmin reuniu a imprensa para apresentar um balanço da sua gestão à frete do MDIC. Ele vai disputar a reeleição para a Vice-Presidência em outubro, na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para isso, pode seguir na cadeira da Vice-Presidência, mas precisa se desincompatibilizar da função de ministro do Executivo.
Economia
ANP tem 1ª redução do diesel após início da guerra no Oriente Médio
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) registra a primeira queda no preço médio do diesel comum após o começo da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, iniciada no dia 28 de fevereiro. 

De acordo com levantamento semanal feito pela agência entre domingo (5) e este sábado (11), o preço médio cobrado pelos postos ficou em R$ 7,43, redução de R$ 0,02. Na semana anterior, o litro do combustível foi vendido a R$ 7,45.
O litro da gasolina comum foi vendido a R$ 6,77 no mesmo período. Na semana passada, o preço do combustível ficou em R$ 6,78.
O etanol também teve redução de R$ 0,01 e passou de R$ 4,70 para R$ 4,69, o litro.
Pacote
Na segunda-feira (6), o governo federal anunciou um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
Entre as principais medidas está a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual de custos entre União e estados.
Também foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil.
-
Polícia2 dias atrásForça Tática prende suspeito em flagrante de matar mulher em Sinop
-
Política3 dias atrásSabatina de Jorge Messias para o STF será no final deste mês
-
Política3 dias atrásDívidas rurais: projeto no Senado prevê refinanciamento; veja quem tem direito
-
Política5 dias atrásECA Digital depende de mudança de cultura para ser efetivo, aponta debate
-
Entretenimento6 dias atrásPaulo Ricardo e a esposa mostram rotina de treinos juntos: ‘Sempre damos um jeito’
-
Cidades3 dias atrásPrefeita Flávia Moretti acompanha obra de drenagem para evitar alagamentos no bairro da Manga
-
Esporte2 dias atrásCorinthians inicia Libertadores com vitória e Diniz tem estreia de gala
-
Polícia7 dias atrásPolícia Militar prende faccionado por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo


