Economia
Reclamações referente a contas de energia elétrica lideram ranking do Procon em Cuiabá
Economia
Além da Energisa, outras empresas apontam indícios de irregularidades nas cobranças e na prestação de serviços. Dentre elas estão a Águas Cuiabá e a Claro S/A, Brasil Telecom
Da Redação
O Órgão Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor- Procon Cuiabá aponta a concessionária Energisa entre as empresas com maior número de registro de reclamações no primeiro semestre de 2021. De janeiro a maio de 2021 foram recebidas 368 denúncias. No mesmo período em 2020, foram 365 denúncias. A maior parte dos processos constam como principal problema a cobrança indevida e/ou abusiva nas contas mensais de energia. Por dois anos consecutivos, o levantamento aponta, que a empresa está entre as mais reclamadas.
O consumidor que observar aumento desproporcional nas cobranças, que não apontem nenhuma justificativa para alteração dos valores, deve procurar a unidade para contestação das respectivas faturas. “O consumidor deve ter em mãos, a conta a ser contestada e se possível as faturas anteriores que possam comprovar a desproporcionalidade do aumento exorbitante, para então abrir a reclamação”, explicou o secretário-adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Genilto Nogueira.
Além da Energisa, outras empresas apontam indícios de irregularidades nas cobranças e na prestação de serviços. Dentre elas estão a Águas Cuiabá e a Claro S/A, Brasil Telecom. Além disso, pontuou Genilto, a nossa orientação é que os consumidores entrem primeiro em contato com as empresas para tentar solucionar o problema. Se após essa tentativa, não obter o resultado esperado, daí então, a recomendação é procurar o Procon para abertura dos procedimentos necessários.
O secretário reforça os canais de atendimento digitais. O atendimento ao público está sendo feito pelos seguintes meios, mediante agendamento prévio: wattsapp (65) 3641-6400 ou via e-mail, pelo endereço eletrônico- atendimento.procon@cuiaba.mt.gov.br
“Essa medida evita o contato entre as pessoas mantendo dessa forma o distanciamento social, garantindo a saúde e segurança da população e dos servidores. “Apenas o protocolo de documentos está mantido por conta da quantidade de informações que precisam ser apresentadas sendo criado um espaço exclusivo para esse serviço”, reforçou.
Desde o início das medidas de enfrentamento e combate ao coronavírus estamos disponibilizando ferramentais digitais”, acrescentou Genilto.
“A facilidade de utilizar um serviço público via tecnologia móvel deixa a população mais perto da gestão. A ferramenta, que tem facilitado o acesso do consumidor ao órgão fiscalizador, tem permitido que as denúncias sejam feitas em tempo mais hábil, contribuindo para a ação imediata da instituição a fim de coibir práticas ilegais”, finalizou o secretário-adjunto do Procon Municipal.
Em casos de dúvidas, informações ou reclamações entrar em contato pelo telefone: (65) 3632-6400 ou pelo aplicativo (IOS e Android).
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.goncalvescordeiro.proconcuiaba&hl=pt_BR
https://apps.apple.com/pt/app/id1291882669
Economia
Dólar cai a R$ 4,98 e acumula perda de 4,44% na semana
O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (9), abaixo de R$ 5 pela segunda sessão consecutiva, enquanto a Bolsa brasileira renovou recordes históricos. A moeda estadunidense recuou cerca de 0,8% no dia e acumulou baixa de mais de 4% na semana pós-primeiro turno.

A bolsa avançou aproximadamente 1,4% no pregão e encerrou acima dos 209 mil pontos. No mercado internacional, o petróleo Brent subiu e permaneceu acima de US$ 100 por barril.
Números do dia:
- Dólar comercial: R$ 4,985 (-0,78%);
- Dólar na semana: recuo de 4,44%;
- Ibovespa: 209.066,90 pontos (+1,38%);
- Ibovespa na semana: avanço de 8,82%;
- Petróleo Brent: US$ 104,72 por barril (+0,42%);
- Petróleo WTI: US$ 91,85 por barril (+0,39%).
- Dólar abaixo de R$ 5
O dólar comercial à vista encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985. Por volta das 13h, a moeda chegou à mínima de R$ 4,977.
Na primeira semana após o primeiro turno das eleições, a divisa acumulou desvalorização de 4,44% frente ao real. No ano, a queda chega a 9,18%.
O movimento ocorreu em meio à valorização de moedas de países emergentes e às expectativas dos investidores em relação ao cenário político brasileiro após a divulgação de pesquisas eleitorais.
O mercado também acompanhou a divulgação da inflação oficial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro. Em 12 meses, a inflação acumulou alta de 4,58%.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,08%, segundo uma das cotações divulgadas durante a tarde.
Bolsa bate recorde
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançou 1,38% nesta sexta-feira e fechou aos 209.066,90 pontos, novo recorde de encerramento. Durante o pregão, o indicador também atingiu a máxima histórica de 209.713,45 pontos.
Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 8,82%. O desempenho foi impulsionado pelo fluxo de investimentos para ações brasileiras e pelas expectativas em torno do cenário eleitoral e da política econômica a partir de 2027.
As bolsas de Nova York também fecharam em alta. O índice S&P 500, das 500 maiores empresas estadunidenses, avançou 0,60%, em uma sessão marcada pela expectativa com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre e pela atenção dos investidores aos próximos dados de inflação.
Petróleo sobe
Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, com os investidores acompanhando os riscos de interrupção da oferta, as tensões no Oriente Médio e os efeitos de condições climáticas adversas sobre a produção norte-americana.
O barril do tipo Brent para dezembro, referência para as negociações internacionais, avançou 0,42% e encerrou a sessão a US$ 104,72.
O petróleo WTI para novembro, do Texas, subiu 0,39%, para US$ 91,85 por barril.
Na semana, o Brent acumulou valorização de 2,41%. O WTI avançou 0,81%.
Os preços foram sustentados pelas preocupações com a oferta global, em meio ao conflito no Oriente Médio e a relatos de incidentes em rotas estratégicas para o transporte de petróleo. Nos Estados Unidos, a passagem do furacão Isaias também levou produtores a interromper parte da extração no Golfo do México, aumentando as preocupações com o abastecimento.
* com informações da Reuters
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