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Meio ambiente é trabalhado na escola com reciclagem, plantação de alpiste e feijão

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Considerado um tema transversal, o meio ambiente faz parte do programa pedagógico e integra o aprendizado da vida cotidiana. Por isso, neste mês de junho, várias unidades da Rede Municipal de Ensino estão realizando atividades práticas, reflexões e dinâmicas voltadas à conscientização, à preservação e ao cuidado com o meio ambiente.

A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou que o tema é amplamente trabalhado nas unidades escolares não apenas durante o mês de junho, mas ao longo de todo o ano, por meio de ações práticas, reflexões ecológicas e atividades que integram o aprendizado à vivência dos estudantes.

Ela destacou ainda que todas as escolas desenvolverão atividades ao longo do mês, conforme o cronograma de cada unidade.

“Temos acompanhado os trabalhos realizados em algumas escolas e o resultado tem nos surpreendido, principalmente pelas iniciativas desenvolvidas pelos alunos das séries iniciais. É muito bom ver o engajamento dos professores e a dedicação dos nossos estudantes”, afirmou.

A turminha de 3 anos do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Jayr Luiza de Campos Untar colocou a mão na terra e vivenciou uma experiência com sementes de alpiste. As crianças realizaram o plantio em copinhos e irão acompanhar o processo de germinação e desenvolvimento das plantas ao longo deste mês.

Já os alunos de 4 anos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof.ª Lúcia Leite de Campos participaram de atividades de reciclagem utilizando papelão para confeccionar aviões de sucata. Cada criança pintou e decorou seu trabalho de forma criativa, transformando a atividade em um momento de aprendizado e diversão. A programação contou ainda com o plantio de feijão em recipientes recicláveis.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

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O Brasil executa, até 19 setembro, uma nova etapa para ampliar a capacidade de fazer pesquisas científicas em microgravidade no espaço.

A Operação Potiguar 2, conduzida no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, testa, em condições reais de voo, o sistema de recuperação da Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R).

O ambiente de microgravidade permite desenvolver pesquisas em condições diferentes das encontradas na superfície terrestre. Entre as áreas que podem se beneficiar estão estudos de materiais, fluidos, combustão, biologia, medicamentos e agricultura espacial.

A plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A missão está prevista para ocorrer de 31 de agosto a 19 de setembro e tem cerca de 160 militares e servidores civis envolvidos na preparação, integração, lançamento e recuperação da carga.


Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER
Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER

Plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foto: CECOMSAER

O objetivo principal da segunda fase da Operação Potiguar é verificar se o conjunto responsável por recuperar a plataforma funciona conforme planejado durante um voo. A primeira fase da operação, em 2024, foi voltada principalmente à verificação de procedimentos e sistemas associados ao lançamento.

Na prática, a recuperação permite que a plataforma e os equipamentos transportados retornem para análise depois do voo. Os dados obtidos podem ajudar na avaliação dos sistemas e no desenvolvimento de futuras missões científicas em ambiente de microgravidade.

Plataforma brasileira

O VS-30 V16 tem aproximadamente 9 metros de comprimento, 600 milímetros de diâmetro e massa de cerca de 1,6 tonelada. As simulações utilizadas na preparação da missão indicam que o foguete poderá atingir aproximadamente 100 quilômetros de altitude e percorrer cerca de 90 quilômetros. A carga útil, a PSM-R, tem massa estimada em 401 quilos.

A plataforma reúne sistemas necessários para seu funcionamento durante o voo e para o retorno à superfície. Entre eles estão o sistema de recuperação por paraquedas, módulos destinados a experimentos, módulo de serviço e controle, sistema de gás frio, anéis de balanceamento e um mecanismo chamado ioiô, usado para auxiliar no controle da velocidade de rotação antes da separação da carga útil.

Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), a plataforma está relacionada ao Programa Microgravidade, que seleciona experimentos científicos e tecnológicos para serem realizados em voos suborbitais e orbitais.

Teste de recuperação

O sistema a ser avaliado durante a missão é considerado uma etapa importante para transformar a plataforma em uma estrutura capaz de apoiar diferentes experimentos científicos.

Durante o voo, os sistemas embarcados serão acompanhados por recursos de telemetria e rastreamento. Depois do retorno da carga útil, os dados coletados serão analisados pelas equipes responsáveis pela operação.

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno também coordena procedimentos de segurança e o acompanhamento do veículo. A operação envolve sistemas de rastreamento e telemetria e exige articulação com os órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo e marítimo.

Inaugurado em 1965, o CLBI foi o primeiro centro de lançamentos espaciais da América do Sul.

Segundo a FAB, a unidade já participou de mais de 400 lançamentos de foguetes e acompanhou mais de 3 mil veículos. Entre as atividades realizadas pelo centro está o rastreamento de foguetes Ariane, em cooperação com a Agência Espacial Europeia, e o apoio ao monitoramento de veículos lançados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.



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