MAIS RECURSOS

FCO injetará mais de R$ 419 milhões nos setores empresarial e rural de MT

Juntos os financiamentos vão gerar quase 2.100 mil empregos diretos e indiretos no Estado

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Economia

Foto: Secom-MT

Os empresários e produtores rurais do Estado terão mais de R$ 419 milhões, em linhas de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO), para realizar investimentos. Os recursos foram aprovados nesta quarta-feira (15.09), durante a 8ª reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem), composto pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) e parceiros.

Ao todo foram aprovadas 108 cartas-consulta e efetuadas cinco revalidações de contrato. Quanto ao FCO Rural foram validados 95 projetos para o setor, que somaram mais de R$ 273 milhões de crédito, que vão gerar 899 empregos diretos e indiretos.

O FCO Empresarial teve 13 projetos deferidos e terá recursos liberados na ordem de R$ 146,2 milhões, o que irá resultar 1.193 empregos diretos e indiretos, no Estado. Dentre os contemplados pelo programa estão pequenos produtores, com seis projetos aprovados, pequenos-médios produtores, com cinco cartas liberadas, médio produtor, com uma e grande produtor com uma carta.

Montante que de acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Codem, César Miranda, tem feito a economia estadual girar e garantido a abertura de muitos novos postos de trabalho.

“O FCO tem sido uma referência de financiamento para os empresários e produtores rurais  de Mato Grosso, que tem acreditado nesse Estado e buscado meios para investir e, na maioria das vezes, ampliar seu negócio, garantindo assim, o aumento do número de vagas de emprego e a economia em crescimento que temos hoje. Somos exemplo para outros entes da federação em desenvolvimento, apesar dos impactos da pandemia”, justifica.

Atendimento

Conforme dados do Caderno do FCO, até 31 de julho deste ano foram efetuadas 2.680 operações, em 132 municípios mato-grossenses, ou seja, 93,6% das cidades do Estado foram beneficiadas com as contratações. O saldo financiado até o fim de julho foi de R$ 1,9 bilhão.

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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