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Kalil Baracat anunciou R$ 5 milhões em investimentos e sinalizou que vai endurecer a fiscalização para conter números da pandemia

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Da Redação

A Prefeitura de Várzea Grande adotou uma série de medidas para mitigar os efeitos da pandemia da COVID 19. O prefeito Kalil Baracat informou a instalação de 32 novos leitos, sendo 10 de UTI e 22 de enfermarias com respiradores, a adesão ao Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para aquisição vacinas a preços mais acessíveis e em grande quantidade, investimentos da ordem de R$ 5 milhões entre recursos do Tesouro Municipal e do Governo do Estado, execução de testes rápidos em 10 Unidades Básicas de Saúde, a aquisição de medicamentos e a contratação de novos profissionais para enfrentar a pandemia da COVID 19.
Os 10 leitos de UTI estão sendo montados para começarem a atender ainda neste fim de semana e as 22 enfermarias com respiradores já iniciaram nesta sexta-feira, 12 de março, seu funcionamento com capacidade plena.
Os novos leitos foram instalados na Rede Cegonha, Maternidade do Hospital Pronto Socorro, que foi alojado em uma parte isolada e se os serviços de maternidade forem transferidos para outra unidade hospitalar como está no planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, outros 25 leitos de enfermaria também podem ser instalados caso haja necessidade.
O prefeito Kalil Baracat esteve pessoalmente no Hospital Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande para ver as instalações e voltou a garantir que não faltará atendimento médico, nem medicamento e espera ainda nos próximos dias finalmente receber vacinas e acelerar a imunização de todos como acontece rotineiramente todas as semanas.
“O Pacto assinado com o Governo do Estado e com a Prefeitura de Cuiabá, Várzea Grande ficou como NÃO COVID 19, mas diante do excesso de casos e aumento da demanda resolvemos agregar serviços atender a população de Várzea Grande e ajudar Mato Grosso, pois estamos com uma média de 53% de atendimentos de pacientes de outras cidades, Estados e países vizinhos”, disse o prefeito Kalil Baracat.
Ele frisou que não vai permitir que as pessoas fiquem sem atendimento e na medida do possível está procurando outras soluções para o enfrentamento da COVID que envolve ainda a rigidez da fiscalização para que o toque de recolher seja cumprido, bem como, outras medidas de impacto como o horário estendido em algumas unidades de saúde para os primeiros atendimentos dos pacientes.
“Transformamos a UPA IPASE para COVID e abrimos essas novas vagas e esperamos com isto poder contribuir com o Governo do Estado para retomarmos em breve a regulação e o atendimento desses casos pelas unidades de referência como o Hospital Metropolitano; HMC; Pronto Socorro de Cuiabá; Hospital São Benedito e Hospital Universitário Júlio Muller”, disse o prefeito de Várzea Grande.
Kalil Baracat cobrou consciência das pessoas para manterem o distanciamento social e a higiene rigorosa, além dos meios de biossegurança, como máscaras e álcool em gel. “Essa é a principal medida que as pessoas podem adotar para nos ajudar a vencer A COVID 19 e preservar vidas”, disse o prefeito.
Ele sinalizou ainda que a vacinação segue em ritmo acelerado e só não vai mais rápido por não existir vacina disponível e agradeceu a parceria com o Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG. “Em média cada Dia D realizado, estamos imunizando entre 800 e 1.200 pessoas entre os idosos e trabalhadores da saúde e queremos avançar mais ainda”, disse Kalil Baracat.

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Comissão que analisará linha de crédito para motociclistas profissionais é instalada

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O Congresso Nacional instalou nesta segunda (17) a comissão que vai analisar a MP 1.366/2026. Essa medida provisória criou uma linha de financiamento facilitado para motociclistas profissionais que atuam no transporte de passageiros ou em serviços de entrega por aplicativo.

A MP também beneficia taxistas, motoristas de aplicativo e transportadores de pequenas cargas urbanas. A medida provisória atende tanto os trabalhadores autônomos como os que têm carteira assinada.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) foi eleita presidente da comissão — que é mista, ou seja, é composta por deputados federais e senadores. A deputada Amanda Gentil (PP-MA) será a relatora do grupo.

Essa medida provisória, que foi editada em 12 de junho, faz parte do Programa Move Brasil, lançado pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito de diferentes segmentos do transporte.

Fundo

A MP 1.366/2026 autoriza o uso de recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) para financiar:

  • a compra de veículos;
  • a renovação da frota;
  • investimentos para melhorar a atividade de transporte;
  • projetos que aumentem a produtividade;
  • iniciativas de redução das emissões de carbono.

Acesso ao crédito

Ao assumir a presidência da comissão, Leila Barros afirmou que a MP enfrenta uma das principais dificuldades de quem depende de veículos para trabalhar: o acesso ao crédito em condições favoráveis.

— É mais uma iniciativa importante do governo federal, porque enfrenta um problema concreto da vida de milhões de brasileiros: o custo de trabalhar. Estamos falando de motoristas de aplicativos, entregadores, motofretistas, mototaxistas, taxistas e outros profissionais de transporte de passageiros e de cargas. Homens e mulheres que saem de casa todos os dias e que dependem de um carro, de uma motocicleta ou de outro veículo para garantir a sua renda e sustentar as suas famílias — declarou.

Para a senadora, a dificuldade de acesso ao crédito faz com que esses profissionais continuem utilizando veículos mais antigos.

— Quem trabalha com aplicativo sabe como é difícil chegar ao sistema financeiro apresentando uma renda variável e pedir crédito com juros mais razoáveis. Muitas vezes, o resultado é continuar trabalhando com o veículo antigo, que consome mais combustível, exige mais manutenção, oferece menos segurança e compromete uma parcela cada vez maior da renda do trabalhador — ressaltou.

Sustentabilidade

Leila disse que os efeitos da MP vão além da concessão de crédito e envolvem geração de renda, mobilidade urbana, segurança no trânsito e desenvolvimento industrial sustentável.

Isso acontece, segundo ela, porque a medida provisória estimula o uso de veículos que atendem a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.

— Ao incentivar a renovação da frota e criar condições para a ampliação da infraestrutura de recarga e troca de baterias, por exemplo, estamos também preparando nossas cidades para a transição para uma mobilidade de baixo carbono — argumentou.

Tramitação

A senadora prometeu diálogo e agilidade na análise da MP. Segundo ela, a comissão ouvirá os setores envolvidos (por meio de audiências públicas, por exemplo) e analisará possíveis mudanças no texto.

— Como presidente desta comissão, vou trabalhar para que possamos analisar essa medida provisória com responsabilidade, ouvir os setores envolvidos, incentivar o aperfeiçoamento do texto, caso necessário, e construir as condições necessárias para a sua aprovação pelo Congresso Nacional — salientou.

Já foram oferecidas até agora 14 emendas ao texto. Após a análise da comissão, a medida provisória ainda terá de passar por votação, respectivamente, nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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