Mato Grosso

Criminosos invadem duas casas e fazem moradores de reféns

Publicado em

Mato Grosso

Contador e administrador foram amarrados e tiveram os carros levados pelos bandidos, no Jardim Gramado

Da Redação

 

A Polícia Militar prendeu, no final da manhã desta terça-feira (10), dois bandidos que haviam cometido um assalto a duas residências, no Bairro Jardim Gramado, em Cuiabá.

Conforme o boletim de ocorrência, o roubo aconteceu por volta das 6h de hoje. Os criminosos fugiram levando dois carros das vítimas, que são vizinhas.

Uma das vítimas é um contador. O morador da segunda casa é um administrador, que, além do carro roubado, teve sua arma – um revólver calibre 38 – roubada.

Segundo o BO, o contador relatou que estava saindo de sua casa, quando foi rendido por três bandidos armados.

Ele foi obrigado a entrar novamente na residência, onde foi feito refém, bem como o restante de sua família.

Em seguida, outro grupo de assaltantes entrou na casa ao lado e rendeu a família do administrador.

Após fazerem o “limpa” nas duas casas, os bandidos fugiram levando os veículos das vítimas: um HB20 e um Fiat Pálio.

O Pálio, no entanto, foi abandonado durante a fuga, próximo à casa da vítima, pois estava sem combustível.

O HB20, a Polícia Militar encontrou durante rondas na região e conseguiu prender dois assaltantes – de 18 e 15 anos.

Foi dada ordem de parada, porém os dois assaltantes tentaram fugir.

Em seguida, eles estacionaram o carro e o adolescente que estava no banco do passageiro desceu com uma arma em punho, apontando para os militares, que reagiram e atiraram.

Os tiros não acertaram nenhum deles, que, imediatamente, se renderam e se jogaram no chão.

Todos os objetos roubados foram abandonados dentro dos veículos, menos a arma do administrador, que não foi encontrada.

Os policiais não conseguiram encontrar o restante do bando que teria participado dos assaltos.

O crime está sendo investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos da Capital.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Afastamento parcial de prefeito e bloqueio de 1,5 milhão são mantidos

Publicados

em


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve, por unanimidade, a decisão que atendeu pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e determinou a indisponibilidade de bens do prefeito de Peixoto de Azevedo (674 km de Cuiabá), Nilmar Nunes de Miranda, até o valor de R$ 1.553.123,94, além do afastamento cautelar parcial das funções relacionadas à gestão da saúde pública. A decisão é da Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo, nesta quinta-feira (01), que negou recurso apresentado pela defesa e confirmou integralmente a decisão de primeira instância. Na prática, a decisão significa que os bens do gestor permanecem bloqueados até o limite estabelecido pela Justiça para garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos caso, ao final do processo, sejam confirmados os danos apontados pelo MPMT. Também permanece em vigor o afastamento do prefeito das atribuições ligadas à administração da saúde municipal e à condução de procedimentos relacionados ao contrato investigado, embora ele continue exercendo as demais funções inerentes ao mandato. Ao analisar o recurso, o Tribunal considerou que existem indícios suficientes de irregularidades para justificar a manutenção das medidas cautelares. Os desembargadores destacaram que o bloqueio patrimonial tem caráter preventivo e busca assegurar a reparação de eventual prejuízo ao erário, enquanto o afastamento parcial foi considerado necessário para preservar a produção de provas e evitar possíveis interferências na investigação. Segundo o acórdão, também pesou na decisão a existência de fatos que indicariam risco à instrução processual, entre eles a exoneração de uma testemunha que relatou irregularidades, a nomeação de pessoa ligada à fiscalização do contrato investigado para o cargo de secretário municipal de Saúde e tentativas de alteração na estrutura de fiscalização do ajuste objeto da investigação. O caso tem origem em uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa proposta pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Peixoto de Azevedo, sob responsabilidade da promotora de Justiça Fernanda Luckmann Saratt.A investigação apura supostas irregularidades na celebração e na execução do Contrato de Gestão Emergencial nº 115/2025, firmado para a operação de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas e do Pronto Atendimento União do Norte. De acordo com a Promotoria de Justiça, a contratação direta teria ocorrido em razão de uma situação emergencial criada pela própria inércia administrativa do gestor, apesar de alertas anteriores emitidos pelo MPMT e pela Procuradoria-Geral do Município. Conforme apontado nos autos, a contratação emergencial teria sido realizada sem o devido planejamento e em desacordo com parecer jurídico contrário à medida. O Tribunal registrou ainda que, em análise preliminar, os documentos indicam que a situação não decorreu de evento inesperado, mas de problema conhecido com antecedência pela administração municipal. Entre as irregularidades investigadas estão pagamentos superiores ao limite contratual, reembolsos sem previsão expressa no contrato e despesas relacionadas a serviços prestados em outro município. Segundo o acórdão, esses elementos permitiram a quantificação inicial de um possível prejuízo ao erário no valor de R$ 1.553.123,94, montante que fundamentou a indisponibilidade de bens. No julgamento, o relator, desembargador Jones Gattass Dias, ressaltou que as medidas cautelares são proporcionais e necessárias neste momento processual, não representando condenação antecipada. Foto: Prefeitura de Peixoto de Azevedo

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA