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“Aluguel fantasma”: nome de Júnior Leite não atende requisitos para Assembleia

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Da Redação.

Exonerado por suposto desvio de recursos públicos, o ex-secretário de comunicação da Prefeitura de Cuiabá, Júnior Leite que teria participação na contratação de aluguel de “imóvel fantasma”, ultrapassando o cifrão de R$ 100 mil, que nunca foi utilizado, estaria mais uma vez articulando para ocupar cargo público.

“O caso ficou conhecido como imóvel fantasma da Secretaria dos 300 anos”.

Na época, após várias denúncias que escandalizaram a Capital, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) determinou a Tomada de Contas, para apurar as supostas irregularidades, que estariam acontecendo em vária atividades, envolvendo o nome do na época secretário municipal, Júnior Leite inclusive a do “aluguel fantasma”, já que a locação teria ocorrido para um prédio que nunca teria sido utilizado.

Diante dos fatos do início das investigações, baseadas nas denúncias realizadas por vereadores da época, que filmaram, tiraram fotos e protocolaram os documentos em órgãos de fiscalização, resultaram na tomada de decisão imediata do chefe do executivo municipal.

Com as investigações em andamento, o então secretário municipal de Inovação e Comunicação, Junior Leite anunciou através de uma nota, o seu afastamento do cargo.

Segundo informações de bastidores, a reunião com o prefeito Emanuel Pinheiro, após as denúncias tomarem conta da imprensa estadual, teria ocorrido “com gosto amargo”, com ultimato, “se você não se afastar, terá que ser exonerado”.

Para muitas pessoas, que pediram para não serem identificadas e que acompanharam algumas atividades exercidas pelo ex-secretário, as investigações do suposto “aluguel fantasma”, é apenas a ponta do que ainda está por vir.

“Nome do ex-secretário de comunicação de Cuiabá, investigado por diversas irregularidades, teria sido barrado na Câmara Municipal de Vereadores da Capital”.

Em busca de ocupação no início deste ano, informações de bastidores, apontam que Júnior Leite já teria se envolvido em outro imbróglio, quando queria por toda causa, circunstância ou razão, fazer parte da nova gestão da Câmara Municipal de Cuiabá, mas como o seu desligamento da Prefeitura de Cuiabá, ainda é um objeto de investigação da Justiça, a sua contratação foi barrada.

“Conduta e temperamento seriam os principais motivos, que tornaram o ex-secretário em persona non grata, no cenário público do Estado de Mato Grosso”.

Na manhã desta terça-feira, 09.03.2021, mais uma vez, o nome de Júlio Leite toma conta das notícias, quando supostamente teria uma cogitação, apontando a sua pessoa, para assumir a Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa, porém, as suas condutas em um passado não muito distante, já estão criando repulsa e poderão servir de “combustível”, para mais uma vez, evitar a sua contratação.

Júnior Leite foi procurado pela equipe de reportagem para falar sobre o assunto, mas até o fechamento da matéria não foi localizado.

Foto: RDNEWS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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