Mato Grosso
Governo do Estado e Projeto Corrente do Bem atendem família que teve casa destruída por fogo
Mato Grosso
Da Redação
Atendendo mais uma vez, a reivindicação da população que vive nas comunidades rurais do município de Jangada, localizado a cera de 100km de Cuiabá, a equipe do Projeto Corrente do Bem, esteve na região levando mantimentos, e para verificar as reais condições da família, que teve a casa queimada.
Na semana passada, a equipe do Programa da Gente recebeu um vídeo do morador da região Nova Esperança, João Victor que foi até a casa que ficou parcialmente destruída pelo fogo, e mostrou as condições precárias que a família está vivendo.

Foto: reportagem
“Uma família composta por cinco (05) pessoas, sendo uma idosa de 105 anos, mais duas mulheres e duas crianças entre 04 e 05 anos, com o meio de subsistência oriundo da agricultura familiar, não tem condições de fazer as obras necessárias, e nem comprar o que foi consumido pelo fogo”.
Integrantes do Projeto Corrente do Bem, representado pelo líder comunitário Arnaldo do Mapim, e o jornalista e apresentador Laerte Lannes estiveram na região da comunidade Nova Esperança, onde viram as necessidades daquela família.

Foto: Reportagem
“Assim que vimos as condições que esta família está vivendo, fiquei tão preocupado que fui logo buscar ajuda, essas pessoas não podem ficar assim, falei com Laerte Lannes, com os nossos parceiros que sempre colaboram com a gente, com a secretária de assistência social do estado, Rosamaria e com a primeira-dama, dona Virginia Mendes, quando de imediato todos decidiram ajudar”, disse Arnaldo do Mapim.

Foto: Assessoria
Para o líder comunitário, a iniciativa e colaboração dos envolvidos, ressalta o lema do Projeto Corrente do Bem, “fazer o bem sem olhar a quem”, que com a união de forças, em parceria com o governo do estado, será possível construir uma nova história na vida desta família.
“Além dos representantes do Projeto Corrente do Bem, uma equipe de reportagem do Programa da Gente, também esteve no local, para registrar a realidade daquela família”.

Foto: Reportagem
Laerte Lanne falou do esforço de todos para ajudar aquela família, que está passando necessidade, na zona rural de Jangada.
“Por volta 5hs da manhã de um sábado, a equipe já estava pronta, organizando todo equipamento para pegar estrada, todos engajados na missão de fazer o bem, sem olhar a quem”, ressaltou o apresentador.

Laerte agradeceu a madrinha do Projeto Corrente do Bem, a primeira-dama Virginia Mendes e a secretária de estado de Assistência Social, que de imediato se prontificaram em colaborar, tanto com o envio de mantimentos, utensílio doméstico, como também, com a construção das peças da casa, que foram destruídas pelo fogo.
As esquipes que estivaram na comunidade Nova Esperança, informaram que nos próximos dias, estarão retornando, para acompanhar o desenvolvimento da obra e levar mais benefícios.
Mato Grosso
Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri
Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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