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Várzea Grande vacina idosos em domicílio e acima de 75 anos

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Da Redação.

Novamente Várzea Grande avança na imunização de sua população contra a COVID-19 e inicia nesta sexta-feira, 05 de março a vacinação em primeira dose para idosos de 75 até 80 anos. Já no sábado, será a vez dos idosos acamados ou com dificuldades de locomoção que não puderam ir aos “Dias D” realizados pela Secretaria Municipal de Saúde.

“Nossa missão não é apenas discutir regras de funcionamento, mas sim buscar soluções, e a que se demonstra mais eficiente neste momento são as vacinas que estão apontando resultados, que é o esperado pela população”, ponderou o prefeito Kalil Baracat reforçando que em Várzea Grande não faltará atendimento médico nem medicamento para quem procurar as unidades de saúde.

Kalil reforçou estar preparado para adquirir vacinas, mas tem encontrado dificuldades de vencer a burocracia. “Infelizmente ainda existem disputas políticas, quando deveria haver unidade de ações para que os efeitos fossem mais prolongados e atendessem a população, que é nossa meta”, explicou o chefe do Executivo Municipal sinalizando que as prioridades aqui, seguindo critérios médicos e técnicos é pela vacinação contra a COVID-19, regras de biossegurança como distanciamento social e uso de máscara, álcool em gel e água e sabão e tratamento intensivo com medicamentos para aqueles contaminados pela enfermidade.

O secretário de Saúde, Gonçalo Barros sinalizou que todos os esforços estão direcionados em conter a pandemia da COVID-19 e a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande está cumprindo a risca as determinações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do prefeito Kalil Baracat, aliado com o Governo Mauro Mendes.

“Nós estamos fazendo o enfrentamento da pandemia com os instrumentos que temos. Essa é nossa principal meta. Injunções ou conjecturas políticas em nada ajudam, por isso, estamos focados na vacinação e principalmente em dar transparência e efetividade as medidas necessárias para atender a população”, disse Gonçalo Barros.

Ele informou ainda que além da vacinação amanhã no drive thru no Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG e da brigada de atendimento no sábado, que pode se estender também no domingo para cumprir a meta de vacinação daqueles idosos acamados, que vivem sozinhos ou com dificuldades de locomoção, no próximo dia 09 de março, terça-feira, idosos já vacinados com a CoronaVac com a primeira dose em 13 de fevereiro vão receber a segunda dose, dentro do prazo previsto pelo fabricante da vacina que é entre 14 a 28 dias da primeira aplicação.

“Temos resguardada a vacinação de todos em Várzea Grande, ou seja, quem recebeu a primeira dose, pode ter a certeza de que temos em estoque a segunda dose guardada para se cumprir os prazos estabelecidos pelos fabricantes. Esta é uma decisão do prefeito Kalil Baracat para não se perder”, frisa o secretário.

O prefeito Kalil Baracat sinalizou como importante o foco das decisões estarem voltadas para o controle da pandemia evitando a proliferação da COVID-19 e aproveitou para fazer um agradecimento especial para os profissionais.

“Aliás gostaria de expressar meu reconhecimento e respeito para com os profissionais de saúde que se dedicam diuturnamente para salvar vidas humanas, assim como aqueles outros profissionais da segurança pública, da fiscalização, da área social, enfim todos que trabalham em prol de uma Várzea Grande melhor e mais humana para com sua gente”, disse Kalil Baracat.

Foto: Secom-VG

 

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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