Mato Grosso
Homem tem barriga aberta com faca pelo irmão e sobrinho após bebedeira
Mato Grosso
Da Redação
Roberto Barbosa da Silva, 45 anos, foi executado a facadas e teve a barriga aberta após domingo de ‘bebedeira’ que terminou com briga entre a vítima, o irmão e o sobrinho dentro de casa no bairro Nossa Senhora da Guia, em Colíder (650 km da Capital).
O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro à vítima, mas quando os paramédicos chegaram ao endereço constataram a morte de Roberto, que estava caído na porta de casa.
A Polícia Militar (PM) foi acionada, constatou a veracidade da denúncia e comunicou o fato à Polícia Civil e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos no andamento da ocorrência.
De acordo com o relato da vizinha, ela não viu o momento em que Roberto foi assassinado, apenas escutou barulho de moto na frente de casa e quando saiu para ver o que estava acontecendo encontrou a vítima ferida.
Os militares receberam a informação de que o irmão de Roberto e o sobrinho estiveram na casa da vítima durante a noite.
Os policiais se deslocaram à casa do acusado, onde encontraram a mulher dele. Essa relatou que o cunhado esteve por lá durante o dia bebendo com o irmão, porém, em determinado momento, foi embora após os dois discutirem, entrarem em luta corporal e até mesmo trocarem ‘juras de morte’.
A mulher seguiu relatando que o marido e o filho saíram de casa por volta das 21h e até aquele momento, já na madrugada, não tinham voltado ou dado notícias.
Os militares ainda saíram em rondas pela região, mas os acusados não foram encontrados.13:31:04
Na cena do crime, os peritos analisaram as condições em que o corpo foi encontrado, sendo com diversas facadas no peito, barriga, costela e mão, inclusive ficando com as vísceras expostas. Ainda periciaram o perímetro para coletar evidências que determinem as circunstâncias do homicídio.
Os investigadores acompanharam todo o trabalho da Politec, conversaram com as testemunhas e deram início às investigações e buscas pelo paradeiro dos assassinos.
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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