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Procuradora de Justiça de MT morre de Covid em São Paulo

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Da Redação

Morreu na manhã desta quinta-feira (03) a procuradora de Justiça Julieta Nascimento Souza, de 71 anos, vítima da Covid. 

Até 2017, ela atuava como promotora, quando foi promovida ao cargo de procuradora da 15ª Procuradoria de Justiça Criminal. Ela havia sido escolhida pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) pelo critério de antiguidade.

Recentemente, exercia o cargo de ouvidora-geral substituta do Ministério Público Estadual. 

A procuradora ingressou no MPE em 1990 e atuou nas comarcas de Guiratinga, Mirassol D´Oeste, Cáceres, Santo Antônio de Leverger e Cuiabá.

Devido ao quadro da doença, ela estava internada em São Paulo (SP) para tratamento médico. 

Julieta era considerada uma pessoa apaixonada pela vida, solidária e enjada em causas sociais. 

O procurador-geral de Justiça em exercício, Mauro Delfino César, lamentou o falecimento da colega de MPE.

“Julieta dedicou grande parte da sua vida ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Incansável, ela sempre se manteve próxima da sociedade, exercendo com mister as suas atividades institucionais”, afirmou. 

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Réu é condenado a 16 anos por assassinato em Cuiabá

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou, nesta quarta-feira (30), Thiago Felipe Antunes de Amorim, conhecido como “Cachorrão”, pelo homicídio de Francisco Pereira Gonçalves. A pena foi fixada em 16 anos de reclusão.A acusação em plenário foi sustentada pelo promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues, que defendeu a responsabilização do acusado pelos fatos narrados na denúncia.Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), no dia 6 de agosto de 2013, por volta das 00h45, na Rua 05, no Bairro Real Parque, em Cuiabá, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo que resultaram em ferimentos graves e, posteriormente, em sua morte, ocorrida em 18 de setembro daquele ano.O Conselho de Sentença acolheu a tese ministerial e reconheceu a participação do réu no crime, concluindo que Thiago Felipe Antunes de Amorim efetuou os disparos contra a vítima com a colaboração de outras pessoas. Os jurados também afastaram a possibilidade de absolvição.Além disso, foi reconhecida a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Conforme sustentado pela acusação, Francisco Pereira Gonçalves foi conduzido até o local do crime e surpreendido por um ataque repentino praticado pelo réu e por terceiros.O réu não compareceu à sessão de julgamento. Diante da condenação e da ausência injustificada, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira determinou a expedição de mandado de prisão para o cumprimento da pena.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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