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OPERAÇÃO EM FAZENDA PORTO ESPERIDIÃO VISA DESBARATAR QUADRILHA

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação / Pagina do Estado

A Policia Civil, desencadeou operação para desarticular uma quadrilha de grilagem de terra e seus integrantes tem envolvimento com o trafico de drogas e crime de pistolagem.

SEBASTIAO CANPELO SILVA, vulgo Paraguaio, nascidos em 27.09.56, natural de Capitão Bado(Paraguay);

GEDEON Pistoleiro, Guarda Costa de um ex-prefeito;

LEVI RAMOS DA SILVA, brasileiro, matador, traficante, condenado, invasor de Terras, atualmente morando dentro da fazenda no Matagal;

Esse tipo de pessoal que fez com que  a Delegada de Cáceres (Cinthia Gomes da Rocha Cupido), solicitasse uma operação que contou com a ajudo do Helicóptero do Policia do Estado de Mato Grosso que sobrevoa a área neste momento. Equipes foram por Terre, água e por Ar.

O denunciante é Geraldo Pilati, proprietário das Terras que realizou a denuncia quando recebeu um tiro passando de raspão em sua cabeça ao tentar entrar em sua própria fazenda.

Além da Denuncia junto a Policia, Pilati Também comunicou a Justiça protocolando queixas crimes contra os bandidos.

Consta na noticia de Crime que uma quadrilha especializada em grilagem de Terras comandada por Levi, que tem diversas passagens pela associação ao tráfico, Trafico de Drogas, Homicídio dentre outros estariam usando a fazenda pra cometer diversos crimes visto que a fazenda está do lado da divisa ente Brasil e Bolívia e seria usada também para mulas passar com drogas.

Os meliantes faziam barras dentro da Fazenda para dar abrigo as futuras multas que transportariam as Drogas.

O advogado de Pilati requereu apuração dos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico, tentativa de homicídios, organização criminoso(formação de quadrilha), grilagem de terras, invasão de propriedade particular sem prejuízos de outros crimes a serem apurados;associação ao tráfico.

Diversos barris de plásticos usado na fabricação de pasta base foram encontrado na fazenda.

O Juízo da Comarca de Pontes Lacerda ao tomar conhecimento dos fatos graves, revigorou um mandado de prisão contra Levi, mandado cujo expedição e assinatura foi feito ontem final da tarde as 03/08/2017, com a expectativa de que Levi seja preso na mesma operação.

 

Mandado de Prisão Assinado pelo Juiz Leonisio Sales

Delegada Cintia Cupido

 

Juiz Lenisio Sales quem assinou um mandado de prisão contra Levi.

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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