Mato Grosso

Após denúncia de populares Força Tática prende jovem por tráfico em Cuiabá

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Da redação

A equipe da Força tática, em patrulhamento, prendeu um traficante e apreendeu cerca de 16 porções de LSD, além de outras drogas, na noite desta segunda-feira(03), no bairro Recanto do Salvador, em Cuiabá.

De acordo com as informações, as guarnições estavam em patrulhamento, quando foram abordados por populares que informaram que uma pessoa estava realizando o tráfico de entorpecentes, na rua Cambaxirra, no bairro Recanto do Salvador.

Com as informações e as características do suspeito, a equipe se deslocou até o endereço citado, e localizou o suspeito, B.O.S de 19 anos, em frente a sua residência. No local, foi feita a abordagem e foi encontrado com o mesmo, em seu bolso da bermuda, uma pequena porção de substância análoga a maconha e dinheiro trocado.

Durante buscas em sua residência, foram encontrados em seu quarto, sobre sua cama, uma porção grande de maconha, uma porção média de ácido bórico, uma pequena porção de MD, duas balanças de precisão, uma prato que estava sendo utilizado para o preparo de mais porções de entorpecentes, um rolo de plástico filme e 16 porções de LSD, além de uma quantia de R$576,00 em dinheiro trocado.

O suspeito juntamente com os materiais apreendidos, foram encaminhados a central de Flagrantes de Cuiabá, para serem tomadas as medidas cabíveis.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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