Mato Grosso

Equipes da saúde salvaram 2.618 pacientes contaminados por covid-19 em Mato Grosso

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Mato Grosso

Da Redação.

Hoje, o Estado possui 7.361 casos confirmados de covid-19, desses 4.125 estão em isolamento domiciliar e 2.618 casos recuperados, somando um total de 272 morte por decorrência do coronavírus.

Que os números de mortes, como também de aumento de casos confirmados do covid-19 assustam a população, isso já é um fato, que está sendo propagado pelos veículos de comunicação.

“São 2.618 pacientes que venceram o Covid-19”.

Profissionais da saúde do estado de Mato Grosso estão trabalhando dia e noite, para atender os pacientes que sofrem complicações pela contaminação do coronavírus, sendo que alguns necessitam de UTIs, onde contam com o atendimento das equipes de saúde, que ficam trabalhando dia e noite.

O trabalho desses profissionais são pouco valorizado e divulgado, mas graças ao empenho dessas equipes de saúde, que 2.618 pessoas conseguiram vencer o coronavírus.

Por outro lado, a população tem que fazer a sua parte tomando os devidos cuidados, porque a parte do Governo do Estado está sendo feita, com medidas que vão desde a conscientização sobre higienização, até a construção de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A conscientização da população é de estrema importância neste período de pandemia, já que não adianta de nada, o Governo do Estado fazer milhões de investimento no sistema de saúde, se o povo não colaborar e fazer o número de contágio aumentar.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (2.021), Várzea Grande (628), Rondonópolis (611), Primavera do Leste (309), Tangará da Serra (283), Sorriso (269), Confresa (246), Lucas do Rio Verde (200), Sinop (196), Nova Mutum (178), Campo Verde (149), Pontes e Lacerda (137), Barra do Garças (130), Alta Floresta (105), Cáceres (87), Campo Novo do Parecis (85), Querência (76), Jaciara (73), Sapezal (66) e Nossa Senhora do Livramento (60). 

A Secretaria de Saúde do Estado informou que há 190 internações em UTI e 171 em enfermaria. Isto é, a taxa de ocupação está em 76,6% para UTIs e em 21% para enfermarias.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus.

Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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Foto: Agência Brasil.

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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