Economia
Alunos da rede municipal aprendem sobre preservação ambiental em palestras e exposição de animais silvestres
Economia
Os alunos da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Tenente Waldemiro Delgado Bertulio receberam, nesta terça-feira (25), a equipe da Polícia Militar Ambiental do Estado de Mato Grosso, que realizou palestras e uma exposição de animais da fauna silvestre empalhados. O objetivo da ação foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do meio ambiente, da fauna e da flora para a manutenção do equilíbrio ecológico.
Durante o evento, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto alguns animais da fauna da região, como onça-pintada, cutia, cobras e tamanduás.
O sargento Pinheiro e os cabos Tatiane e Mariano explicaram a importância da preservação de cada espécie para o meio ambiente, além de abordarem crimes ambientais cometidos em todo o país e que provocam prejuízos à natureza.
“A sobrevivência humana e a saúde do planeta dependem de boas ações, e, se cada um fizer a sua parte, já estará contribuindo para um mundo melhor”, destacaram.
A diretora da unidade, Regina Maria Moreira Gozzi, afirmou que a iniciativa está alinhada aos conteúdos trabalhados em sala de aula e que a exposição contribui para reforçar e ampliar o aprendizado dos estudantes.
“Ver os animais de perto transforma a teoria dos livros em empatia e cuidado com a vida silvestre”, destacou.
A diretora também lembrou que o município enfrenta um período de estiagem, marcado pela incidência de queimadas, o que contribui para a piora da qualidade do ar e provoca impactos à saúde das pessoas e dos animais.
Na oportunidade, Regina agradeceu a participação da equipe da Polícia Ambiental no processo de aprendizagem dos alunos. Segundo ela, a parceria entre a corporação e a escola contribui para ampliar a conscientização ambiental entre as crianças.
“Essa parceria é fundamental, uma vez que a Polícia Ambiental exerce um papel importante na preservação do meio ambiente. Junto com as escolas, ajuda a transformar o futuro das nossas crianças. O trabalho desenvolvido pelo batalhão serve como uma importante ferramenta multidisciplinar no ambiente escolar”, completou.
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Vendas do Tesouro Direto registram melhor julho da história
Impulsionadas pelo novo título Tesouro Reserva, as vendas de títulos públicos a pessoas físicas pela internet registraram o maior volume da história para meses de julho, divulgou nesta terça-feira (25) o Tesouro Nacional. No mês passado, o Tesouro Direto vendeu R$ 11,67 bilhões em papéis.

Esse é o terceiro maior valor do ano. O recorde histórico de vendas do Tesouro Direto foi registrado em março, quando as vendas de títulos federais pela internet somaram R$ 14,79 bilhões.
Em julho, o volume foi 20,98% maior que em junho, quando as vendas do Tesouro Direto somaram R$ 14,77 bilhões. Na comparação com julho do ano passado, no entanto, o volume é 60,65% maior.
Os títulos mais procurados pelos investidores em julho foram os vinculados aos juros básicos, cuja participação nas vendas somou 51,2%. A vendas das tradicionais Letras Financeiras do Tesouro (LFT) somaram R$ 4,18 bilhões (35,8% do total).
As vendas do Tesouro Reserva, novo título indexado aos juros básicos que funciona como as caixinhas de bancos digitais, somaram R$ 1,79 bilhões (15,3% do total).
Os papéis corrigidos pela inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), corresponderam a 27,1% do total. Os títulos prefixados, com juros definidos no momento da emissão, totalizaram 15,5%.
Destinados ao financiamento de aposentadorias, o Tesouro Renda+, lançado no início de 2023, respondeu por 4,3% das vendas. Criado em agosto de 2023, o novo título Tesouro Educa+, que pretende financiar uma poupança para o ensino superior, atraiu apenas 1,9% das vendas.
O interesse por papéis vinculados aos juros básicos é justificado pelo alto nível da Taxa Selic, que está em 14% ao ano. Com os juros altos, os papéis continuam atrativos. Os títulos vinculados à inflação também têm atraído os investidores por causa da expectativa de alta da inflação oficial nos próximos meses.
O estoque total do Tesouro Direto alcançou R$ 272,26 bilhões no fim de julho, alta de 3,73% em relação ao mês anterior (R$ 262,47 bilhões) e alta de 46,58% em relação a julho do ano passado (R$ 185,74 bilhões). Essa alta ocorreu por causa da correção pelos juros e porque as vendas superaram os resgates em R$ 7,37 bilhões no último mês.
Investidores
Em relação ao número de investidores, 270.502 participantes passaram a fazer parte do programa no mês passado. O total de investidores cadastrados atingiu 36.124.180. Nos últimos 12 meses, o número de investidores acumula alta de 9,51%. O total de investidores ativos (com operações em aberto) chegou a 3.808.491, aumento de 22,89% em 12 meses.
A utilização do Tesouro Direto por pequenos investidores pode ser observada pelo considerável número de vendas de até R$ 5 mil, que correspondeu a 78,4% do total de 1.444.518 operações de vendas ocorridas em julho. Só as aplicações de até R$ 1 mil representaram 55,5%. O valor médio por operação atingiu R$ 8.076,26.
Os investidores estão preferindo papéis de médio prazo. As vendas de títulos de até cinco anos representam 43,4% do total. As operações com prazo de cinco a dez anos correspondem a 39,8% do total. Os papéis de mais de dez anos de prazo representaram 16,8% das vendas.
O balanço completo do Tesouro Direto está disponível na página do Tesouro Transparente.
Captação de recursos
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas pudessem adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro Nacional, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só precisa pagar uma taxa para a B3, a bolsa de valores brasileira, descontada nas movimentações dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site do Tesouro Direto.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente no caso dos papéis pré-fixados.
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