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Mauro dispara na liderança, Janaina consolida segunda posição e Medeiros aparece em terceiro

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O ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) aparece na liderança da disputa pelas duas vagas ao Senado por Mato Grosso, segundo levantamento divulgado neste domingo (24) pelo Paraná Pesquisas. No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Mauro registra 52,3% das intenções de voto, enquanto a deputada estadual Janaina Riva (MDB) aparece em segundo lugar, com 33,7%.

Na terceira posição está o deputado federal José Medeiros (PL), com 18,8%. Na sequência aparecem Pedro Taques, com 16,5%, e o senador Carlos Fávaro (PSD), com 14,6%. Como a eleição para o Senado permite a escolha de dois candidatos, os entrevistados puderam indicar até dois nomes no levantamento.

Os demais candidatos aparecem mais distantes. Coronel Darwin registra 4,7%, seguido por Professor Nelson Ferreira, com 4,1%, e Antonio Galvan (Avante), com 4%. Margareth Buzetti (PP) marca 1,8%, enquanto Beny Godoy (Agir) soma 1,1%. Outros 5,1% não souberam ou preferiram não responder, e 6% afirmaram que votariam em branco ou nulo.

No levantamento espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos eleitores, Mauro também lidera, com 15,8%, seguido por Janaina, com 7,3%, e Medeiros, com 6,6%. Fávaro aparece com 3,6%, enquanto Pedro Taques registra 1,9%. O índice de eleitores que não souberam ou não quiseram responder chega a 62,4%, indicando que uma parcela significativa do eleitorado ainda não definiu seus dois votos para o Senado.

A pesquisa ouviu 1.504 eleitores entre os dias 21 e 23 de agosto, tem nível de confiança de 95% e margem de erro estimada em aproximadamente 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MT-02157/2026.



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Gisela vê Gallo entre opções para Casa Civil ou Fazenda no governo Pivetta

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A definição do futuro cargo de Rogério Gallo no governo de Otaviano Pivetta (Republicanos) segue em aberto. A vice-governadora eleita Gisela Simona (União) afirmou que o ex-secretário de Estado de Fazenda poderá retornar à pasta ou assumir a Casa Civil, duas áreas estratégicas para a próxima gestão. Segundo ela, ainda não há uma definição sobre a função que ele ocupará a partir de 2027.

Durante entrevista ao programa Roda de Entrevista, na quinta-feira (8), Gisela classificou a escolha como a “pergunta de milhões” e afirmou que as próximas movimentações do governo deverão esclarecer o destino do ex-secretário. Gallo tem participado das articulações para a formação da equipe que acompanhará Pivetta no novo mandato.

O economista foi coordenador da campanha que levou Pivetta à vitória no primeiro turno e já ocupou o comando da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). Ele deixou o cargo em abril de 2026 para integrar, como suplente, a chapa de Mauro Mendes (União Brasil) ao Senado. Após o resultado eleitoral, declarou estar à disposição para contribuir com a próxima administração.

A possibilidade de retorno à Fazenda é reforçada pela experiência técnica de Gallo e pela participação dele nas discussões relacionadas à reforma tributária. As mudanças no sistema de arrecadação devem exigir planejamento do governo estadual para lidar com os impactos sobre as receitas de Mato Grosso.

Por outro lado, a Casa Civil também aparece como uma alternativa diante da experiência política do ex-secretário. Durante a campanha, Gallo atuou na coordenação do grupo de Pivetta e demonstrou capacidade de articulação, característica que pode ser aproveitada na interlocução entre o Executivo, os partidos e outras instituições.

A escolha ocorre em meio ao processo de reorganização do primeiro escalão para o próximo mandato. Pivetta tem promovido reuniões e avaliações sobre a estrutura administrativa, com a intenção de preparar mudanças para 2027. Gallo também foi encarregado de contribuir com um diagnóstico voltado à reforma administrativa e à revisão de despesas do Estado.

Apesar das especulações sobre os dois cargos, não há confirmação oficial de que Gallo assumirá a Sefaz ou a Casa Civil. A decisão caberá a Pivetta, que deverá considerar tanto a experiência técnica quanto a capacidade de articulação política dos nomes escolhidos para compor sua equipe.

A definição sobre Gallo é uma das peças ainda aguardadas na montagem do novo governo. Como destacou Gisela, a posição do ex-secretário permanece indefinida, e os próximos anúncios deverão esclarecer qual será sua participação na administração estadual.



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