Política
Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares
Política
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.
A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).
Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.
“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.
Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.
De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.
Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub
Política
Explicando Direito aborda proteção de adolescentes na Justiça Juvenil com des. Ruy Muggiati
A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) disponibiliza na próxima sexta-feira (26) mais uma edição do programa Explicando Direito, iniciativa voltada à difusão de temas jurídicos relevantes de forma acessível à sociedade. O novo episódio aborda o tema “Garantia de direitos na Justiça Juvenil” e conta com a participação do desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Ruy Muggiati.Atualmente, ele exerce a função de coordenador adjunto do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF/CNJ), órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça.
O assunto em debate é essencial para compreender o papel do Poder Judiciário na proteção integral de adolescentes em conflito com a lei, bem como na efetivação das medidas socioeducativas previstas no ordenamento jurídico brasileiro.
“A finalidade da medida socioeducativa é fazer com que a pessoa retorne à convivência social ou se insira na convivência social de uma forma harmônica, de modo a ter uma convivência saudável com todos os seus semelhantes. Isso é o exercício da liberdade”, salienta Muggiati.
Durante a entrevista, o desembargador contribuiu com reflexões sobre os desafios e avanços na garantia de direitos no âmbito da Justiça Juvenil, destacando a importância de políticas públicas eficazes e do acompanhamento adequado das medidas socioeducativas.
Autor: Lígia Saito
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT
Email: [email protected]
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