Economia

TV Brasil exibe especial sobre 74 anos do BNDES com foco nos desafios

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A conexão entre a economia e os fatos do cotidiano serve de mote para o Especial Economia e Futuro – 74 anos do BNDES, conteúdo original que a TV Brasil exibe nesta terça-feira (23), às 22h.

A produção apresentada pela jornalista Luciana Barreto revela as ideias, os desafios e as soluções que desenham o país e o mundo de amanhã. 

O especial recebe o economista Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o engenheiro Francisco Gomes Neto, diretor-presidente da Embraer.

A atração aborda os 74 anos do Banco e sua criação, a modernização da infraestrutura nacional, o fortalecimento da indústria brasileira e o apoio à inovação e os desafios contemporâneos relacionados à transformação digital e às mudanças climáticas.

O especial analisa a importância de um banco de desenvolvimento na construção do país e mostra como as grandes transformações econômicas redesenham o presente e abrem possibilidades para o futuro. O conteúdo contempla o desenvolvimento econômico, a industrialização, a inovação e as perspectivas do Brasil para as próximas décadas. 

Os convidados também explicam a política pública da Nova Indústria Brasil (NIB), programa que visa modernizar a estrutura produtiva do país, acelerar a transição ecológica nacional e reduzir a dependência externa em setores críticos.

“A TV Brasil tem o compromisso de aproximar temas fundamentais da vida dos brasileiros de uma forma clara, acessível e conectada ao cotidiano. O Especial Economia e Futuro reúne convidados importantes para o debate sobre inovação, desenvolvimento econômico e os desafios para o futuro”, declara a diretora de Conteúdo e Programação da EBC, Guta Ramos. 

Com dados visuais, exemplos concretos e linguagem acessível, o especial transforma temas complexos em histórias que ajudam o público a compreender os desafios do nosso tempo – da inteligência artificial às mudanças climáticas, das novas formas de produzir às transformações no mundo do trabalho. 

O especial revisita ainda momentos importantes da história do desenvolvimento brasileiro e o papel desempenhado pelo BNDES na viabilização de projetos de longo prazo e na criação de oportunidades de crescimento. 

A produção busca apontar que a economia não está apenas nos gráficos, nos indicadores e nas notícias sobre mercado. Ela está presente nas cidades, nos transportes, nas oportunidades de trabalho, nas novas tecnologias e nas decisões que influenciam a vida de milhões de pessoas. 

Produzido pela TV Brasil em parceria com o BNDES, o Especial Economia e Futuro também fica disponível no canal da emissora pública no YouTube e ainda na plataforma TV Brasil Play.



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Inflação recua para 0,07% em julho e volta para meta do governo

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Os alimentos ficaram mais baratos no mês de julho e ajudaram a inflação oficial a perder força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%. O resultado faz o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a meta do governo.

O IPCA de julho veio em linha com a estimativa do mercado financeiro. O boletim Focus desta segunda-feira (10), sondagem do Banco Central (BC) com instituições econômicas, projetava que a inflação de julho ficaria em 0,07%. Para o fim de 2026, o mercado espera IPCA em 5,02%. 

Veja o resultado da inflação oficial em 2026:

Janeiro: 0,33%

Fevereiro: 0,70%

Março: 0,88%

Abril: 0,67%

Maio: 0,58%

Junho: 0,16%

Julho: 0,07%

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dentro da meta

O comportamento dos preços fez com que o acumulado de 12 meses (4,44%) entrasse novamente na meta do governo: de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. 

Em abril, o acumulado estava em 4,39%, mas o índice extrapolou o limite máximo em maio (4,72%) e junho (4,64%).

Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas ao alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se a inflação estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.

Julho

O resultado de julho foi o menor desde agosto de 2025, quando o IPCA marcou 0,11%. Levando em consideração apenas os meses de julho, o desempenho do mês passado é o menor desde 2022 (-0,68).

O índice de difusão em julho, que mostra o quanto a inflação está espalhada no mês, foi de 50%, ou seja, metade dos 377 produtos e serviços pesquisados pelo IBGE tiveram aumento de preço. 

Confira como foi o comportamento dos preços e o impacto em ponto percentual (p.p.) nos nove grupos pesquisados pelo IBGE:

Alimentação e bebidas: -0,67% (-0,14 p.p.)

Habitação: 0,99% (0,15 p.p.)

Artigos de residência: 0,07% (0 p.p.)

Vestuário: -0,66% (-0,03 p.p.)

Transportes: 0,05% (0,01 p.p.)

Saúde e cuidados pessoais: 0,40% (0,06 p.p.)

Despesas pessoais: 0,22% (0,02 p.p.)

Educação: -0,03% (0 p.p.)

Comunicação: 0,04% (0 p.p.)

O índice

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).

A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. 

(Em atualização)



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