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Força Tática conduz três pessoas e apreende 169 tabletes de maconha em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional apreenderam 169 tabletes de substância análoga a maconha, na manhã desta sexta-feira (5.6), em Várzea Grande. Na ação, dois homens, de 32 e 24 anos, foram presos e um adolescente, de 17 anos, apreendido por tráfico ilícito de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a Força Tática recebeu informações de que um homem teria recebido e enterrado grande quantidade de entorpecentes em uma área de mata, na região do Capão do Pequi. Segundo as denúncias, outros suspeitos também estariam presentes para realizarem a distribuição das drogas.

A equipe da Força Tática, junto com o setor de inteligência, se deslocou ao endereço informado e iniciou monitoramento por meio de drones da Polícia Militar, sendo possível identificar a área de mata onde supostamente as drogas eram escondidas e a movimentação de três criminosos.


Rapidamente, os militares fizeram acompanhamento e abordaram os três suspeitos. Na revista pessoal ao trio, algumas porções de maconha foram encontradas. Ao serem questionados sobre a denúncia, um dos homens assumiu a responsabilidade pelos entorpecentes e indicou a localização exata de onde as drogas estavam enterradas.

Os policiais seguiram com os suspeitos de volta para a área de mata e desenterraram sacos e tonéis onde estavam guardados os 169 tabletes de maconha, além de duas balanças de precisão.

Diante dos fatos, os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos, com toda a droga apreendida, para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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