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TJMT participa da inauguração do novo Centro Socioeducativo Masculino de Cuiabá

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Autoridades descerrando placa de inauguração sob aplausos. Homem com terno escuro puxa pano azul de placa de acrílico. Há mural colorido e pessoas filmando e batendo palmas.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) participou, nesta sexta-feira (8), da inauguração do novo Centro Socioeducativo de Masculino de Cuiabá. Localizada no Complexo Pomeri, a estrutura foi entregue pelo Governo do Estado de Mato Grosso.

O TJMT foi representado pelo supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Prisional e Socioeducativo de Mato Grosso (GMF-MT), desembargador Orlando de Almeida Perri. Também marcaram presença a coordenadora do eixo socioeducativo do GMF-MT, juíza Leilamar Aparecida Rodrigues, e da juíza Gleide Bispo Santos, titular da 1º Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá.

Vista frontal de um moderno complexo judiciário com fachada de vidro espelhado e estrutura branca. À frente, um amplo estacionamento e palmeiras sob um céu azul claro.A nova estrutura foi planejada para oferecer melhores condições de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, com espaços voltados à segurança, educação, profissionalização, atividades esportivas e ações de reinserção social.

A proposta é oferecer dignidade aos adolescentes, qualificação no atendimento e proteção à sociedade.

Durante a entrega, autoridades destacaram que a nova unidade representa um avanço importante para o sistema socioeducativo mato-grossense, ao proporcionar ambiente mais adequado, seguro e humanizado para o atendimento dos adolescentes.

Também foi ressaltada a importância da atuação integrada entre os Poderes, instituições do Sistema de Justiça e órgãos do Executivo, a fim de garantir que a medida socioeducativa cumpra sua finalidade pedagógica, responsabilizadora e de reinserção social.

Nesse contexto, ao participar da solenidade, o Poder Judiciário de Mato Grosso, reafirma seu compromisso institucional com o acompanhamento, fiscalização e fortalecimento da política socioeducativa nas unidades de todo o estado.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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