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Polícia Civil prende homem que matou a esposa e ocultou corpo em córrego em Várzea Grande

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na madrugada desta quinta-feira (7.5), um homem de 67 anos, suspeito de matar sua esposa, identificada como Elzilene Alves do Nascimento, de 49 anos, em Várzea Grande.

O suspeito procurou a Delegacia de Defesa da Mulher e Vulneráveis 24 Horas de Várzea Grande, às 3 horas da madrugada desta quinta-feira, para confessar o crime. É o primeiro caso da nova sede da unidade policial, que foi inaugurada na noite desta quarta-feira (6.5), pelo Governo de Mato Grosso.

Após a confissão, a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada e assumiu o caso. O suspeito relatou ao delegado Rogério Gomes que cometeu o crime na terça-feira (5.5), por volta das 4 horas. O suspeito alegou que a motivação seria uma suposta traição.

A vítima foi assassinada com três golpes de faca, em uma área de mata na região do bairro Santa Isabel, em Várzea Grande. Depois, o suspeito arrastou o corpo por cerca de 10 metros e o escondeu em um pequeno córrego.

Na noite do mesmo dia, após pressão dos filhos da vítima, que estavam desconfiados dele, o suspeito registrou um boletim de ocorrência comunicando o desaparecimento da esposa.

Já na madrugada desta quinta-feira, ele confessou o feminicídio espontaneamente, assim como o local em que havia escondido o corpo da vítima. A mulher não possuía medida protetiva.

Equipes da DHPP foram até o local indicado pelo suspeito e localizaram o corpo da vítima no início da manhã desta quinta-feira. O investigado foi encaminhado para a delegacia e o flagrante está sendo lavrado por ocultação de cadáver. Ele vai responder por este crime e pelo feminicídio.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Cira desarticula grupo investigado por sonegação de mais R$ 4,4 milhões relacionados ao comércio de grãos em MT

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O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação Joio, para cumprimento de 11 ordens judiciais contra pessoas físicas e jurídicas investigadas pela prática de crimes contra a ordem tributária, com prejuízo ao erário estadual estimado em mais de R$ 4,4 milhões.

Na operação, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e sete mandados de quebra de sigilo telemático, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra, com base em investigações conduzidas pela Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).

As medidas judiciais incluem apreensão de aparelhos eletrônicos, documentos fiscais, contábeis e societários, além da quebra de sigilo telemático. As ordens judiciais são cumpridas no município de Tangará da Serra, com apoio de equipes da Delegacia Regional local.

As condutas investigadas configuram, em tese, os crimes previstos no artigo 1º da Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária), além de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de capitais.

Fraude fiscal

As investigações apontam que uma empresa do ramo de comércio de cereais teria simulado operações de exportação para usufruir indevidamente da imunidade tributária e suprimir o recolhimento de ICMS devido ao Estado de Mato Grosso.

Segundo apurado, eram emitidos documentos fiscais ideologicamente falsos, com indicação de destinatários fictícios no exterior, sem a efetiva saída das mercadorias do território nacional. O débito tributário, já constituído pela Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) e inscrito em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), alcança R$ 4.470.635,67.

O delegado titular da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), José Ricardo Garcia Bruno, destacou a atuação integrada das instituições no combate às fraudes tributárias estruturadas.

“A operação demonstra o comprometimento das instituições no enfrentamento qualificado aos crimes tributários e na recuperação de ativos desviados do Estado”, afirmou.

O promotor de Justiça da 14ª Promotoria Criminal de Cuiabá, Washington Eduardo Borrére, também ressaltou a importância da atuação conjunta no âmbito do Cira-MT.

“Os crimes tributários afetam diretamente a arrecadação do Estado e comprometem a implementação de políticas públicas essenciais. A atuação integrada do Cira-MT é fundamental para assegurar a responsabilização dos envolvidos e a recuperação dos recursos desviados”, destacou.

O Cira-MT é composto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Polícia Civil e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). As instituições atuam de forma coordenada e permanente no combate à sonegação fiscal em Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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