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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Denúncia grave: assessor é acusado de humilhar, ameaçar e atacar servidora em Várzea Grande”

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Servidora denuncia assessor por ameaças, xingamentos e homofobia dentro da Prefeitura de Várzea Grande

Funcionária relata intimidação, ofensas e pede medida protetiva por medo; acusado já teve passagem por operação da Polícia Federal

Uma servidora da Prefeitura de Várzea Grande denunciou o assessor Gustavo Henrique Duarte, conhecido como “bispo Gustavo Duarte”, por supostos crimes de injúria, ameaça e difamação dentro do gabinete municipal. O caso teria ocorrido na manhã da última terça-feira (29), nas dependências do gabinete da prefeita Flávia Moretti (PL).

De acordo com o boletim de ocorrência, a servidora afirma ter sido alvo de xingamentos como “sonsa” e “idiota”, além de ter sido ameaçada com a frase: “Você vai ver o que eu vou fazer com você”. Ela também relata ter sido vítima de comentários homofóbicos, ao ser chamada de “sapatão”, em referência à sua aparência física.

Segundo o relato, a confusão começou quando o assessor teria ordenado que a servidora cumprisse uma tarefa imediatamente. Ao responder que já executava outra demanda, ele teria reagido de forma agressiva, iniciando uma série de ofensas.

A situação teria se agravado mesmo após a intervenção de colegas. Conforme a denúncia, o assessor invadiu outra sala, apontou o dedo no rosto da vítima e reforçou as ameaças. Ainda segundo o boletim, ele teria ligado para superiores pedindo a exoneração da servidora e feito comentários depreciativos sobre ela a terceiros, inclusive à prefeita.

A vítima afirma que o comportamento do assessor não seria isolado. “Ele sempre age de forma truculenta, grosseira e autoritária. Trata as pessoas como lixo. Isso não aconteceu só comigo, outros servidores também têm medo”, declarou.

Por receio de novas situações, a servidora informou que solicitou medida protetiva. “É questão de temer mesmo pela segurança”, disse.

O histórico do assessor também é citado na denúncia. Em 2025, ele foi conduzido pela Polícia Federal durante uma operação, ocasião em que teria desacatado uma delegada. Na época, acabou sendo exonerado, mas posteriormente retornou à administração municipal como assessor.

Mesmo após a renúncia do então vice-prefeito Tião da Zaeli (PL), no dia 31 de março deste ano, Gustavo Duarte permaneceu no quadro de servidores comissionados da prefeitura.

Outro lado

Em nota, a Prefeitura de Várzea Grande informou que não comenta “questões de natureza estritamente pessoal”, ressaltando a necessidade de preservar a intimidade e o devido processo legal.

A administração municipal destacou, no entanto, que todas as denúncias formais são encaminhadas aos setores competentes para análise, conforme a legislação vigente, e reforçou o compromisso com a manutenção de um ambiente de trabalho seguro e respeitoso.

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