Cidades
Prefeito reconhece papel da UMADECRE no fortalecimento de ações sociais e apoio à juventude
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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, destacou nesta segunda-feira (27), durante sessão solene na Câmara Municipal, a importância da União de Mocidades das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região (UMADECRE) no fortalecimento de ações sociais e no apoio contínuo à juventude cuiabana.
Requerida pela vereadora Samantha Iris, que também é primeira-dama de Cuiabá, a sessão solene para homenagear os membros da UMADECRE foi marcada por momentos de reconhecimento, gratidão e celebração pelo trabalho espiritual e social desenvolvido pela instituição ao longo de mais de quatro décadas.
Segundo o prefeito, além dos grandes eventos realizados durante o Carnaval, que reúnem mais de 25 mil pessoas por dia, a UMADECRE desenvolve uma atuação contínua de apoio aos jovens ao longo do ano, promovendo formação, mudança comportamental e oportunidades, além de valores morais e sociais. Na União de Mocidades das Assembleias de Deus, os jovens são afastados das drogas, da criminalidade, da prostituição e da bebida.
“A UMADECRE é um exemplo de salvar vidas e resgatar o ser humano. Parabenizo o trabalho que vocês têm realizado junto ao pastor Samuel e a toda a equipe. Não é fácil competir com as redes sociais nem com as influências do mundo, mas vocês têm perseverado. Os cultos estão cada vez mais fortes, os jovens mais engajados e o trabalho de evangelização nas ruas continua firme. Enquanto eu estiver à frente da Prefeitura, não faltarão esforços para que o trabalho da UMADECRE continue avançando”, afirmou Abilio Brunini.
Receberam moção de aplausos líderes religiosos, membros, voluntários, coordenadores e jovens que atuam no movimento. Ao todo, a Câmara de Cuiabá aprovou a entrega de moções de aplausos a 166 membros da UMADECRE, proposta pela vereadora Samantha. “A UMADECRE não é apenas um evento, é um movimento que transforma vidas. É a soma do esforço de voluntários, coordenadores, pastores e jovens que dedicam seu tempo para salvar vidas e resgatar o ser humano”, destacou a vereadora.
Samantha também enfatizou o alcance espiritual da instituição: “Não tenho dúvida de que, em cada culto, em cada pregação, em cada momento de oração, acontecem muitas conversões, muitos arrependimentos, muitas reconciliações e muitas vidas sendo restauradas”.
Os pastores Samuel Gonçalves e Elias Pereira, além do superintendente adjunto da UMADECRE, Lucas Silveira, também participaram da solenidade. Lucas afirmou que o reconhecimento do Legislativo e do Executivo reforça a importância do trabalho desenvolvido não apenas no âmbito religioso, mas também social. Ele citou o projeto “Pão e Água”, realizado em universidades e avenidas da Capital, além de iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência contra mulheres e ao acolhimento de jovens em situação de vulnerabilidade.
“A UMADECRE não é apenas uma instituição religiosa, mas presta um serviço social considerável para a nossa cidade, ajudando jovens a saírem dos vícios, enfrentando temas como a violência contra a mulher e promovendo a reconexão de famílias e o resgate de propósitos”, destacou Lucas Silveira.
Lucas Silveira também ressaltou a grande adesão do público ao 44º Congresso da UMADECRE, realizado no Grande Templo durante o Carnaval, que reuniu aproximadamente 100 mil participações ao longo dos quatro dias. “Essa participação demonstra que não apenas a igreja, mas a sociedade tem se engajado e reconhecido o papel da UMADECRE. Trabalhamos com o mesmo propósito, que é tornar a sociedade melhor”.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cidades
Presidente da Câmara alerta para aumento da dívida e cobra respostas da Prefeitura de Várzea Grande
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), elevou o tom contra a Prefeitura durante a sessão ordinária desta terça-feira (15) e fez um alerta sobre a situação financeira do município. O parlamentar afirmou que a dívida da cidade está crescendo e advertiu que a próxima administração poderá receber um cenário fiscal difícil.
A manifestação ocorreu durante um aparte à vereadora Gisa Barros, que tratava da falta de pagamentos e da paralisação de cirurgias bariátricas na rede municipal. Wanderley também criticou a demora do Executivo em responder aos requerimentos aprovados pela Câmara. Segundo ele, um decreto transferiu formalmente ao secretário de Governo a responsabilidade pelas respostas, mas os pedidos continuam sem retorno.
Diante disso, o presidente anunciou que a Procuradoria da Câmara irá notificar a prefeita Flávia Moretti (PL) para que os requerimentos pendentes sejam respondidos em até 48 horas. “Já conversei com o nosso procurador. Vamos notificar a prefeita, com prazo de 48 horas, para que responda todos os requerimentos que se encontram atrasados nesta Casa”, afirmou.
Na mesma fala, Wanderley fez uma avaliação negativa das contas municipais e projetou dificuldades para o próximo ciclo administrativo. “Fora do normal a dívida do município. E já aviso: a próxima gestão que entrar, daqui a dois anos, aguarde, porque o rombo é grande”, declarou. A fala foi apresentada pelo vereador como um alerta sobre o passivo do município, sem que a sessão tenha apresentado, naquele momento, um levantamento detalhado com o valor total da dívida.
O presidente também afirmou que a situação financeira estaria afetando fornecedores. Como exemplo, citou a empresa responsável pela reforma da Câmara, que, segundo ele, estaria há oito meses sem receber repasses da Prefeitura. Wanderley ressaltou que, de acordo com sua explicação, a obra não é custeada com recursos do caixa municipal.
Segundo o vereador, os R$ 3,2 milhões empregados na reforma de quase 4,7 mil metros quadrados do prédio são provenientes de R$ 12 milhões viabilizados junto ao Governo do Estado, R$ 1 milhão de emenda do senador Jayme Campos e R$ 854 mil devolvidos pelo próprio Legislativo. “O dinheiro foi devolvido por esta Casa, não é dinheiro da Prefeitura. O dinheiro é daqui, e a empresa não consegue receber”, afirmou.
Wanderley ainda comparou os custos da reforma da Câmara com a obra do telhado do Pronto-Socorro Municipal. Segundo ele, a intervenção na unidade de saúde já teria consumido R$ 12,7 milhões e ainda não estaria concluída. O vereador citou, inclusive, a interdição do banheiro da Sala Vermelha como exemplo dos problemas que, em sua avaliação, persistem na estrutura.
Ao encerrar a manifestação, o presidente voltou a defender que a Câmara tem adotado critérios de transparência na utilização de seus recursos e cobrou o mesmo padrão do Executivo. As declarações ampliam o embate entre Legislativo e Prefeitura de Várzea Grande em um momento em que a gestão municipal também enfrenta cobranças relacionadas ao abastecimento de água e à execução de serviços públicos.
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