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Pedal da Guarda percorre o bairro Marajoara nesta quinta-feira (23)

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A Guarda Municipal de Várzea Grande realiza, nesta quinta-feira (23), mais uma edição do Pedal da Guarda, iniciativa que já se consolidou como um dos eventos esportivos mais populares do município.

A concentração está marcada para as 19h, na sede da Prefeitura, localizada na Avenida Castelo Branco. Nesta edição, o percurso contemplará o bairro Marajoara.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos, o evento — também conhecido como Pedal da Família — atrai participantes de toda a região. “Estamos realizando mais uma edição, agora com uma rota diferente. É um evento que reúne famílias de Cuiabá, Várzea Grande e de outros municípios da Baixada Cuiabana. É um pedal para todos”, destacou.

Durante o trajeto, os participantes contarão com pontos de hidratação e distribuição de frutas para reposição de energia. “Tudo é organizado com responsabilidade e cuidado. É um momento de lazer, promoção da saúde e também de valorização de importantes regiões da nossa cidade”, completou o comandante.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Dólar volta a R$ 5, e bolsa cai com tensão no Oriente Médio

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O dólar voltou a fechar acima de R$ 5, e a bolsa de valores recuou nesta quinta-feira (23), em um dia marcado pela piora do cenário externo e aumento da aversão ao risco diante de novas incertezas sobre a guerra no Oriente Médio.

A moeda estadunidense encerrou o dia em alta de R$ 0,029 (+0,62%), cotada a R$ 5,003. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, caiu 0,78%, aos 191.378,43 pontos.

Dólar inverte movimento

Após operar em queda durante boa parte do dia, o dólar ganhou força à tarde, acompanhando o movimento global de busca por ativos mais seguros. A mudança de direção ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de autoridades iranianas, que colocaram em dúvida a sustentação de um possível cessar-fogo.

Trump afirmou que um acordo com o Irã só será fechado quando for “apropriado” para os interesses norte-americanos, enquanto o governo iraniano adotou um tom mais agressivo. Também surgiram relatos de ativação de defesas aéreas no Irã, elevando a tensão.

Com isso, o dólar à vista saiu da mínima de R$ 4,94, registrada no início da tarde, para atingir a máxima de R$ 5,018 por volta das 16h40 e diminuir a alta no fim do pregão. No mercado futuro, o contrato para maio avançou 0,74%.

No exterior, o índice que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de divisas também subiu, refletindo o mesmo movimento de cautela.

Dados do Banco Central mostraram ainda saída líquida de US$ 3,2 bilhões do país em abril até o dia 17, ampliando o fluxo negativo desde o início do conflito.

Bolsa acompanha exterior

O Ibovespa seguiu a tendência negativa dos mercados internacionais e fechou em queda, pressionado pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pela queda das bolsas em Nova York.

O índice chegou a oscilar entre 190.929 pontos na mínima e 193.346 pontos na máxima, com volume financeiro de R$ 24,9 bilhões.

O ambiente de maior risco foi intensificado após ações militares e estratégicas envolvendo o Estreito de Ormuz, região vital para o transporte global de petróleo. A apreensão de navios pelo Irã e ameaças militares dos Estados Unidos aumentaram a preocupação dos investidores.

Petróleo dispara

O petróleo teve forte alta, impulsionado pelo aumento das tensões e temores sobre o fornecimento global do combustível.

O barril do tipo Brent, usado nas negociações internacionais, fechou a US$ 105,07, com alta de 3,1%. O WTI avançou 3,11%, a US$ 95,85. Durante o dia, os preços chegaram a subir cerca de US$ 5 por barril.

O mercado reagiu a relatos de confrontos internos no Irã, ataques aéreos e à renúncia de um negociador-chave nas conversas indiretas com os EUA. Além disso, o controle mais rígido do Irã sobre o Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do fluxo global de petróleo, aumentou o temor de interrupções no abastecimento.

A combinação de incerteza geopolítica, restrições no transporte marítimo e declarações conflitantes de autoridades mantém os mercados sob forte volatilidade.

*Com informações da Reuters



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