Polícia
Polícia Civil prende duas mulheres procuradas pelo crime de tráfico de drogas
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Duas jovens foragidas da Justiça foram presas pela Polícia Civil, na segunda-feira (13.4), na zona rural do município de Matupá (695 km ao norte de Cuiabá).
As suspeitas, de 19 e 21 anos, estavam com os mandados de prisão decretados pelo Poder Judiciário da Comarca de Alta Floresta, por envolvimento com o tráfico de drogas.
Ambas vinham sendo procurados desde a Operação Norte Seguro, deflagrada pela Polícia Civil do município de Alta Floresta.
Prisões
As ordens judiciais foram cumpridas pelos policiais civis Delegacia de Matupá, após troca de informações com a equipe de Alta Floresta, indicando que as duas jovens estariam na zona rural do município.
Com base nas informações foram realizadas diligências na região. Os investigadores conseguiram localizar as duas mulheres em uma chácara situada na Gleba União.
Flagrante
Durante cumprimento dos mandados foram realizadas buscas no imóvel onde as suspeitas estavam escondidas. No local foram apreendidas duas munições de calibre 22.
Diante dos fatos, um homem de 23 anos, que se apresentou como companheiro de uma das presas e que faz uso de tornozeleira eletrônica, foi conduzido para esclarecimentos.
Os três envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Matupá, onde as duas foram presas por força dos mandados judiciais. Já o rapaz foi autuado por posse irregular de munição. Em seguida as mulheres foram colocadas à disposição da Justiça.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil
A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.
A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.
Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.
Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.
Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.
O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.
Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.
Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.
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