Cidades
Solenidade vai homenagear terapeutas capilares em Cuiabá
Cidades
A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) realiza, nesta terça-feira (7), às 14h, uma sessão solene no Plenário das Deliberações “Paulo Borges”, na Câmara Municipal de Cuiabá, em comemoração ao Dia do Terapeuta Capilar.
A solenidade, proposta pela parlamentar, será marcada pela entrega de moções de aplausos a 10 profissionais que atuam na área, como forma de reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à saúde e ao bem-estar da população cuiabana.
A iniciativa reforça o compromisso da vereadora com a valorização de profissionais que desempenham papel fundamental na promoção da autoestima e da qualidade de vida, por meio de cuidados especializados com o couro cabeludo e os fios.
Em Cuiabá, a data já integra o calendário oficial do município, conforme previsto na Lei nº 74/2026, de autoria da vereadora Baixinha Giraldelli, que instituiu o “Dia Municipal do Terapeuta Capilar”, celebrado anualmente em 7 de abril.
A legislação representa um importante marco para a valorização da categoria, contribuindo para ampliar a visibilidade de um segmento que tem crescido e se consolidado na área da saúde e estética.
Cidades
Justiça manda MPE investigar Alan Porto por suposto uso da Educação em campanha
A Justiça Eleitoral determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) apure uma denúncia envolvendo o candidato a deputado estadual Alan Porto (Republicanos) e um possível uso da estrutura da Educação pública para fins eleitorais. A decisão é do juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá.
A denúncia foi apresentada por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, após a divulgação de um vídeo em que Alan Porto aparece em frente à Escola Municipal Nossa Senhora das Graças, em Comodoro, acompanhado de funcionárias da unidade. Segundo o termo de constatação citado no processo, o conteúdo foi publicado em perfil que identifica Porto como candidato.
Na decisão, o magistrado determinou o encaminhamento do caso ao MPE para uma investigação preliminar, especialmente para verificar a eventual participação de servidoras de uma unidade escolar pública na produção de conteúdo de natureza eleitoral.
O juiz destacou que cabe ao Ministério Público avaliar se existem elementos para adoção de alguma medida judicial. Ou seja, a determinação não significa que Alan Porto tenha sido condenado ou que uma irregularidade eleitoral já esteja comprovada. Neste momento, trata-se de uma apuração sobre os fatos registrados na denúncia.
Alan Porto comandou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) durante boa parte das duas gestões do ex-governador Mauro Mendes e deixou o cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Agora, a atuação durante o período em que esteve à frente da pasta volta a ganhar repercussão no contexto eleitoral.
Caso o MPE encontre elementos que indiquem eventual prática irregular, poderá adotar as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral. A denúncia, contudo, ainda está em fase inicial e qualquer responsabilização dependerá da apuração e de eventual processo.
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