Economia
Radioagência Nacional lança nova temporada da série Tira-Dúvidas do IR
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A Radioagência Nacional lança, nesta segunda-feira (16), a nova edição da série Tira-Dúvidas do IR. Com 22 episódios, a temporada de 2026 chega com o propósito de contribuir para facilitar a vida dos contribuintes na declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) deste ano.

No ar desde 2023, a série Tira-Dúvidas do IR será publicada sempre nas segundas e sextas-feiras, até o final do prazo para entrega da declaração. Além disso, a produção terá conteúdos transmitidos na Rádio Nacional e que estarão disponíveis na Radioagência Nacional e na Agência Brasil.
Entre os destaques desta temporada, o Tira-Dúvidas do IR vai listar as principais mudanças divulgadas pela Receita Federal, explicar as formas de declaração e dar dicas pontuais. Como na edição de 2025, a produção também vai verificar e desmentir fake news relacionadas à declaração do IRPF.
Em 2024, a série Tira-Dúvidas do IR venceu o Prêmio de Educação Fiscal, e o repórter Edgard Matsuki, nome à frente do projeto, foi escolhido entre os 50 jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, em 2025. O produto jornalístico tem a produção de Marizete Cardoso, edição de Beatriz Arcoverde e coordenação de Bruna Athayde.
Clique aqui e confira o primeiro episódio.
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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi recentes
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.
O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas.
Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul.
Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.
“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.
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