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Comissão de atualização do Código Civil debate Responsabilidade Civil na quinta

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A comissão temporária do Senado que analisa a atualização do Código Civil (CTCivil) promove audiência pública na quinta-feira (12) para debater temas ligados a responsabilidade civil – a obrigação legal de uma pessoa física ou jurídica reparar o dano material ou moral que causou a outra.

Já confirmaram participação no debate:

  • Judith Martins-Costa, advogada;
  • Daniel Amaral Nunes Carnaúba, professor;
  • Rodrigo Verdini, advogado;
  • Eugênio Facchini Neto, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul;
  • Carlos Edison do Rêgo Monteiro Filho, professor e procurador do estado do Rio de Janeiro;
  • Thais G. Pascoaloto Venturi, professora e advogada;
  • Nelson Rosenvald, professor e advogado;
  • Rosa Maria de Andrade Nery, relatora-geral do anteprojeto de lei de atualização do Código Civil;
  • Flávio Tartuce, relator-geral do anteprojeto de lei de atualização do Código Civil.

Desde setembro de 2025, a comissão tem feito audiências públicas e colhido sugestões de especialistas para aprimorar o projeto (PL 4/2025) que atualiza mais de 900 artigos e adiciona 300 novos dispositivos ao Código Civil, vigente desde 2002. A proposta é de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que preside a comissão, e tem como relator Veneziano Vital do Rego (MDB-PB).

O grupo já discutiu temas como direito digital, produtos da inteligência artificial, responsabilidade civil e regras de obrigações e contratos. O texto que pode avançar no Senado este ano redesenha a Lei 10.406, de 2002, incorporando sugestões baseadas em decisões recorrentes dos tribunais brasileiros. Entre outros pontos, a proposta apresenta também uma parte específica sobre direito digital e amplia o conceito de família. 

Requerimentos

Antes da audiência pública, a comissão votará 27 requerimentos, entre eles os que pedem a realização de audiências públicas no Instituto de Advogados de São Paulo e na seção do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O primeiro é do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP); o segundo, do senador Carlos Portinho (PL-RJ).

A reunião começa às 10h na sala 3 da Ala Alexandre Costa.

Como participar

O evento será interativo: qualquer pessoa pode enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania. As mensagens podem ser lidas e respondidas pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como atividade complementar em curso universitário, por exemplo. Pelo Portal e‑Cidadania também é possível opinar sobre projetos e até sugerir novas leis.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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Wilson Santos propõe proibição de alimentos ultraprocessados nas escolas

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Os parlamentares aprovaram em primeira votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (4), o Projeto de Lei nº 1638/2023 de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), em caráter de urgência e urgentíssima, que proíbe a venda e a oferta de bebidas e alimentos ultraprocessados em escolas públicas e privadas de ensino infantil e fundamental no âmbito de Mato Grosso.

“Acabamos de aprovar um projeto de minha autoria que proíbe nas cantinas e cozinhas de escolas, qualquer tipo de bebidas e alimentos ultraprocessados para garantir a segurança alimentar de crianças, adolescentes e jovens. São os skins, baconzitos, essas loucuras que vão levando a nossa população para a obesidade. Há 40 anos, o Brasil tinha uma parcela pequena da sua população que morria de fome. Agora, um terço está lutando contra a obesidade”, comentou o parlamentar.

Os alimentos ultra processados são aqueles fabricados em diversas etapas, técnicas de processamento e ingredientes, principalmente de uso exclusivamente industrial. Conforme a proposta, a oferta ou distribuição desses produtos obedecerão ao disposto no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Caso as unidades escolares não cumpram, poderão ser advertidas, notificadas no prazo de 10 dias e, até mesmo, multadas.

A matéria segue em tramitação na Assembleia Legislativa para ser apreciada em um segundo momento pelos deputados estaduais e, em caso de aprovação, deverá ser encaminhada para sanção governamental.

Fonte: ALMT – MT



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