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Coordenadores da rede municipal se reúnem com Sintep e ampliam canal de comunicação

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Encontro reafirmou compromisso da atual gestão com a Educação e com as melhorias para o setor

Depois dos diretores escolares, hoje (09), foi a vez dos coordenadores da Rede Pública Municipal de Várzea Grande se reunirem com a coordenação do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Pública de Várzea Grande (Sintep) para discutir pautas do setor. A reunião foi realizada no Anexo II da secretaria de Educação e reforçou a abertura de um canal direto – e inédito – entre a gestão municipal e os representantes da categoria.

“Nós tivemos essa mesma reunião com os diretores e hoje estamos aqui com os coordenadores para discutir pautas importantes para esses profissionais. Após essa reunião vamos encaminhar algumas propostas para o secretário de Educação. Acreditamos que as propostas são viáveis e que serão analisadas com atenção e pelo gestor da pasta”, afirmou o presidente do Sintep, Juscelino Dias Moura.

O secretário da pasta, Igor Cunha, reafirmou o compromisso da atual gestão com a Educação e com as melhorias para o setor. “Estivemos aqui na reunião com os diretores e estamos ouvindo hoje as reivindicações dos coordenadores. Estamos abertos ao diálogo e ouvindo atentamente todas as propostas e com certeza iremos analisar com atenção todas elas”, destacou o secretário. Igor lembrou que desde os primeiros meses da atual gestão, a prefeita Flávia Moretti abriu uma mesa permanente de negociação com o Sintep, um feito inédito na história da política várzea-grandense.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep

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Os preços da gasolina e do diesel subiram menos no Brasil do que a média internacional, após o conflito contra o Irã provocado pelos Estados Unidos e por Israel. O levantamento comparativo foi elaborado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) – um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Entre 23 de fevereiro e 8 de junho, o percentual mundial médio de aumento foi de 17,5% para a gasolina e de 23,3% para o diesel, enquanto, no Brasil, as altas foram de 4,9% e 13,6%, respectivamente.

No período, a pressão por aumento de preços de combustíveis no Brasil foi significativamente inferior à constadada nos Estados Unidos e na Argentina, por exemplo.

Nos EUA, principal economia mundial e maior consumidora de derivados de petróleo, a gasolina subiu 36,1%, e o diesel, 36,8%. Na Argentina, maior parceiro econômico do Brasil na América do Sul, os aumentos foram, respectivamente, de 21,1% e 23,7%.

De acordo com o Ineep, a política de preços e subsídios do governo federal favoreceu a estabilização do preço dos combustíveis no Brasil.

“As medidas emergenciais adotadas para conter os efeitos do choque do petróleo sobre os preços dos combustíveis foram muito importantes”, avalia nota à imprensa divulgada nesta quinta (18) na nova edição do Boletim de Preços dos Combustíveis, publicado pelo instituto.

Vulnerabilidades do setor

O Ineep considera, no entanto, que as medidas são “insuficientes para enfrentar vulnerabilidades estruturais do setor.”

Para o centro de estudo, “a redução da exposição do mercado doméstico à volatilidade internacional depende de uma estratégia de longo prazo baseada no fortalecimento da Petrobras, na expansão da capacidade de refino e na recomposição de sua presença nos elos estratégicos da cadeia de abastecimento, especialmente na distribuição.”

O intervalo de tempo em que o Ineep observa a variação dos preços dos combustíveis inclui o início das operações aéreas contra o Irã e a morte de Ali Khamenei, líder religioso supremo do país. Cobre também os meses de paralisação da rota marítima no Estreito de Ormuz e o início das negociações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos para término do conflito.

No período, o Ineep ainda verifica que o álcool (etanol hidratado) “apresentou queda expressiva, de 7,3%, refletindo o início da safra 2026/2027 e aumento da oferta, em intensidade ainda maior do que a observada em anos anteriores.”



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