Cidades
Fast Track reduz filas e agiliza mais de 140 atendimentos na UPA Leblon em dois dias
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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou na segunda-feira (23) a implantação do atendimento Fast Track na UPA Leblon, na região Leste da capital. Nos dois primeiros dias de funcionamento, a estratégia já apresentou resultados expressivos, contribuindo para reduzir filas e desafogar a unidade de pronto atendimento.
Somente na segunda-feira (23), primeiro dia da implantação, foram realizados 65 atendimentos por meio do Fast Track. Já na terça-feira (24), o número chegou a 76 atendimentos, totalizando 141 pacientes atendidos em apenas dois dias pelo novo fluxo rápido voltado a casos de menor gravidade.
A iniciativa posiciona Cuiabá entre as primeiras capitais brasileiras a adotar esse modelo na rede pública municipal, reforçando o compromisso da gestão com inovação, eficiência e melhoria da qualidade da assistência prestada à população.
O Fast Track — termo em inglês que significa “via rápida” — consiste em um fluxo diferenciado criado para agilizar o atendimento de pacientes com quadros clínicos leves. Com isso, situações menos complexas são resolvidas com maior rapidez dentro da própria UPA, enquanto os atendimentos de urgência e emergência seguem sendo priorizados, garantindo mais organização e fluidez no serviço.
Além de agilizar o atendimento, o modelo contribui para fortalecer o papel da Atenção Básica. Após a consulta no Fast Track, o médico pode emitir um documento com orientações clínicas, que deve ser apresentado pelo paciente na sua Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, assegurando a continuidade do cuidado na rede municipal.
As Unidades de Saúde da Família seguem sendo a principal porta de entrada para atendimentos de rotina e demandas simples, como dores de cabeça, resfriados, acompanhamento de pressão arterial e diabetes, exames de rotina, vacinação, pré-natal e acompanhamento infantil. O acompanhamento adequado na Atenção Básica contribui para a prevenção de complicações e reduz a necessidade de atendimentos de urgência.
A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que os números iniciais demonstram a efetividade da iniciativa.
“Os resultados dos primeiros dias mostram que o Fast Track já está cumprindo seu papel de organizar o fluxo e desafogar a UPA Leblon. Isso garante mais agilidade nos atendimentos de menor gravidade e permite que os casos de urgência e emergência recebam ainda mais atenção, com um atendimento mais resolutivo”, afirmou.
O atendimento segue um Procedimento Operacional Padrão (POP), que estabelece um fluxograma claro e seguro. O processo tem início na recepção, com a abertura da ficha, seguido da classificação de risco realizada pelo enfermeiro. Os pacientes elegíveis são encaminhados à sala Fast Track, onde passam por avaliação médica.
Caso não haja necessidade de exames complementares ou observação, o paciente recebe medicação, orientações e alta no próprio setor. Quando há necessidade de exames ou medicação endovenosa, o atendimento segue o fluxo regular da unidade, com encaminhamento para outros setores da UPA.
A sala Fast Track conta com consultório exclusivo, equipado com maca, mesa de atendimento, cadeiras, armário de medicações, poltrona e espaço para administração de medicamentos, proporcionando mais conforto, segurança e eficiência.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonsa, ressaltou que o modelo fortalece a rede municipal de saúde.
“Essa estratégia otimiza o tempo, valoriza o trabalho das equipes e melhora significativamente a experiência do usuário. Os números registrados já nos primeiros dias comprovam o impacto positivo do Fast Track na organização do serviço”, destacou.
Inicialmente implantado na UPA Leblon, o atendimento Fast Track seguirá sendo monitorado pela Secretaria Municipal de Saúde e, conforme os resultados, poderá ser ampliado para outras unidades de pronto atendimento da capital.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Projetos do Executivo estão parados desde 2025 e aguardam votação na Câmara de Várzea Grande
Ao todo, 17 projetos de lei encaminhados pelo Poder Executivo à Câmara Municipal ainda aguardam votação dos vereadores de Várzea Grande. Entre as propostas pendentes estão matérias protocoladas desde 2025, que permanecem sem deliberação do Legislativo.
Entre os projetos que ainda aguardam análise, quatro foram protocolados em 2025. O mais antigo deles foi apresentado em 8 de agosto daquele ano e trata da criação do Fundo de Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Pessoas do Município de Várzea Grande.
A proposta busca instituir um fundo destinado ao desenvolvimento das políticas de gestão de pessoas no município. O projeto permanece entre as matérias encaminhadas pelo Executivo que dependem de análise e votação do Legislativo municipal.
Também está pendente o projeto que autoriza Várzea Grande a aderir ao Consórcio Interfederativo de Compras Públicas do Estado de Mato Grosso (CINCOP-MT). A iniciativa prevê a participação do município em uma estrutura de compras públicas compartilhadas, com o objetivo de ampliar a cooperação entre os entes públicos.
Outro projeto encaminhado ainda em 2025 altera a Lei nº 5.386/2025, adequando normas relacionadas à Política Municipal de Assistência Social e ao Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS). A proposta também permanece entre as matérias que aguardam deliberação da Câmara.
Entre os projetos mais recentes está a proposta que institui o Polo Tecnológico e de Inovação de Várzea Grande (PIT-VG). O texto estabelece a área de implantação do polo, define critérios para o credenciamento de empresas de tecnologia e inovação, disciplina sua gestão e prevê a possibilidade de concessão de incentivos fiscais.
Na área ambiental, outro projeto prevê a criação do Parque Natural Municipal Bernardo Berneck. A proposta foi encaminhada ao Legislativo e consta entre as matérias que aguardam deliberação.
A relação inclui ainda um projeto voltado à segurança alimentar e nutricional. A proposta institui a Câmara Intersetorial Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN/VG) e cria o Fundo Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Várzea Grande (FUMSEA/VG), além de tratar da organização do Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (COMSEA/VG).
Os projetos abrangem diferentes áreas da administração pública, envolvendo políticas de gestão de pessoas, assistência social, desenvolvimento econômico, inovação, meio ambiente e segurança alimentar.
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