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Baixinha Giraldelli e vice-governador visitam Pedra 90 para instalação do Ganha Tempo

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A vereadora Baixinha Giradelli (Solidariedade) esteve com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no bairro Pedra 90, nesse domingo (22), para conhecer de perto as principais demandas da população e o espaço onde está previsto a construção de uma unidade do Ganha Tempo.

Baixinha, que tem defendido investimentos estruturais e ampliação dos serviços públicos na região, vistoriou o local que deve ser a nova unidade. Além disso, ela destacou a participação de várias autoridades que lutam há anos pela estrutura na região. 

” É uma luta antiga que agora deve sair do papel. Preciso ressaltar a participação do nosso prefeito Abílio Brunini (PL), do meu colega vereador Dídimo Vovô (PSB), dos deputados Eduardo Botelho (União Brasil) e Max Russi (PSB). Também, das lideranças dos bairros da região, como Baiano, Glaucia, Aluísio e Mario Benevides. Nosso povo sempre apoiou essa demanda, como nossos comerciantes que apostam neste avanço”.

Durante a agenda, Pivetta destacou que a futura unidade deverá atender cerca de 100 mil moradores do bairro. O projeto prevê a incorporação da área, com melhorias como novos playgrounds, iluminação e reestruturação do espaço, promovendo mais qualidade de vida para a comunidade.

Baixinha também reforçou que “o Pedra 90 é formado por um povo trabalhador que merece atenção e investimentos”. Segundo a parlamentar, o bairro tem dimensão de uma grande cidade e precisa de projetos essenciais que garantam mais desenvolvimento e dignidade para a população.



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Candidatos trocam acusações, ironias e até citam “fundão milionário” em debate ao Governo

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O debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, foi marcado por troca de acusações, ironias e confrontos diretos entre os seis postulantes ao Palácio Paiaguás. Com liberdade para escolher os adversários e os temas das perguntas, os candidatos aproveitaram o espaço para elevar o tom da disputa.

O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) estiveram entre os principais alvos, mas os candidatos de partidos menores também buscaram espaço no confronto.

Um dos embates envolveu o candidato Rafaell Millas (Missão) e Wellington. Millas questionou o senador sobre as operações Sanguessuga, Ararath e Atlântida. Wellington respondeu reafirmando sua inocência e partiu para o ataque, chamando Millas de “candidato de aluguel” e insinuando que ele teria simpatia pela candidatura de Pivetta. O representante do Missão reagiu com ironia e voltou a chamar o senador de “melancia”, apelido que adversários passaram a usar contra Wellington.

Sargento Laudicério (Agir) também elevou o tom ao confrontar Pivetta sobre violência contra a mulher. O candidato resgatou um caso de agressão envolvendo o governador e questionou quais medidas o Estado adotaria para impedir que mulheres vítimas de violência retornassem aos agressores por dependência financeira.

Pivetta respondeu citando a ampliação das delegacias especializadas de proteção à mulher durante sua gestão, mas Laudicério considerou a resposta insuficiente e insistiu em uma posição mais incisiva do governador.

Natasha também direcionou uma pergunta a Pivetta e o questionou sobre a possibilidade de criar uma espécie de Lei da Ficha Limpa para impedir que pessoas com histórico de agressão contra mulheres possam ocupar cargos públicos. O governador concordou com a proposta e afirmou que o Estado pode avançar nas políticas de proteção às mulheres.

A disputa pelo chamado fundão eleitoral também entrou no debate. Maurício Coelho (Mobiliza) questionou Laudicério sobre a concentração de recursos nas campanhas dos principais candidatos, citando Natasha, Pivetta e Wellington. Sem grandes recursos partidários, o candidato do Agir aproveitou para pedir doações e afirmou que faz uma campanha “voto a voto” nas ruas.

Maurício também confrontou Natasha sobre sua proposta de cashback na cesta básica. A candidata rebateu, acusando o adversário de fazer perguntas mal-intencionadas e lembrando que partidos maiores possuem mais recursos justamente por causa da estrutura das legendas. No contra-ataque, Natasha ainda afirmou que Maurício deveria dar explicações sobre questionamentos envolvendo seu nome.

Outro momento de tensão ocorreu quando Wellington voltou a defender sua trajetória política e aproveitou para atacar a gestão estadual. Ao falar sobre educação, o senador afirmou que ajudou a melhorar os índices do Estado e citou supostas irregularidades, como denúncias de superfaturamento na compra de livros. Pivetta reagiu defendendo os avanços conquistados pela atual administração.

Natasha, por sua vez, buscou apresentar propostas ligadas à industrialização e à redução da desigualdade. A candidata defendeu agregar valor à produção de Mato Grosso e citou setores como algodão, ouro e couro, além de chamar atenção para a população em situação de vulnerabilidade social.

O bloco ainda teve espaço para ataques envolvendo supostos casos de corrupção e antigos episódios da vida política dos candidatos. Pivetta e Wellington protagonizaram novos confrontos e mantiveram o tom mais agressivo do debate, enquanto os demais concorrentes tentaram aproveitar a exposição para se apresentar como alternativas aos dois principais nomes da disputa.

Com seis candidatos frente a frente, o segundo bloco deixou claro que, além das propostas de governo, a campanha eleitoral deve ser marcada também pelo resgate de episódios do passado, acusações pessoais e uma disputa intensa por espaço entre os concorrentes.



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