Mato Grosso
Polícia Militar prende faccionado com armas de fogo e munições em Nova Xavantina
Mato Grosso
Policiais militares do 13º Batalhão prenderam um homem, por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta quarta-feira (18.2), em Nova Xavantina (557km de Cuiabá). Com o suspeito, foram apreendidas uma pistola, dois revólveres e 184 munições de diversos calibres, além de duas porções de cocaína.
Durante patrulhamento, a equipe policial do Grupo de Apoio (GAP) realizou abordagem a um veículo em atitude suspeita, na região da Serra Azul. Na ação, foram encontradas duas porções de entorpecentes no interior do automóvel.
Durante patrulhamento na região da Serra Azul, a equipe policial do Grupo de Apoio (GAP) abordou um veículo cujo condutor demonstrou comportamento suspeito. Durante a inspeção, os agentes localizaram duas porções de entorpecentes no interior do automóvel.
Questionado sobre a droga, o suspeito negou ser o proprietário e acusou ser de um colega de trabalho, por ter utilizado o veículo no dia anterior. A equipe indagou sobre o endereço da sua residência e o homem indicou um local incorreto. Posteriormente, informou a localização verdadeira.
Os policiais se deslocaram até o imóvel do suspeito e encontraram uma carabina de calibre .22, uma pistola de calibre .380, dois revólveres de calibre .38, além de 184 munições e cápsulas de diversos calibres. Em relato à PM, o homem informou que estava armazenando o material para uma facção criminosa.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
*Sob supervisão Wellyngton Souza
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado
O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT
Fonte: Ministério Público MT – MT
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