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Secel abre inscrições para competições escolares do Meeting Paralímpico 2025

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) está com inscrições abertas para as competições escolares do Meeting Paralímpico 2025, que será realizado no dia 3 de maio, em Cuiabá e Várzea Grande. Durante o evento, que é organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), os estudantes de Mato Grosso podem competir nas modalidades de atletismo, bocha, natação e tênis de mesa. Inscrições aqui.

A competição escolar é voltada para atletas com deficiência, de 11 a 17 anos (nascidos entre 2007 e 2014), matriculados em instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Além de propiciar a inclusão e iniciação esportiva aos estudantes, a competição serve como seletiva para a etapa nacional das Paralimpíadas Escolares.

As provas de atletismo e natação serão realizadas em Cuiabá, no Centro Olímpico de Treinamento (COT) e no Parque Aquático, respectivamente, ambos localizados na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Já as modalidades de bocha e tênis de mesa acontecem no Ginásio Fiotão, em Várzea Grande.

O Meeting Paralímpico envolve ainda disputas na categoria de Alto Rendimento, para atletas com idade mínima de 14 anos, nas modalidades de atletismo, halterofilismo e natação.

O evento contempla também as Paralimpíadas Universitárias, as Paralimpíadas Militares e as disputas Intercentros, estas últimas voltadas para crianças de 7 a 10 anos dos Centros de Referência Paralímpicos no Estado.

Para o secretário da Secel, David Moura, a parceria na realização do evento reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso para fortalecer o paradesporto no Estado.

“Mais do que competição, essa iniciativa do CPB visa incentivar, desde cedo, a prática esportiva a pessoas com deficiência. Para nós, da Secel, é uma satisfação realizar essa parceria, ajudar nas inscrições e no evento, promovendo a inclusão e a descoberta de novos talentos para o esporte paralímpico brasileiro”, conclui o secretário.

Serviço | Meeting Paralímpico 2025

Data do evento em Cuiabá: 3 de maio

Inscrições para competições escolares: até 12 de março

Formulário de inscrição: www.secel.mt.gov.br/-/meeting-paralimpico-2025

Fonte: Governo MT – MT



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Estatuto da Criança e Adolescente Digital amplia proteção na internet para o público infantojuvenil

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A internet está cada vez mais presente na vida de crianças e adolescentes, mas também exige atenção diante dos riscos que surgem no ambiente virtual. Para explicar como a nova legislação busca enfrentar esses desafios, o juiz Israel Tibes Wense de Almeida Gomes, da Comarca de Brasnorte, participou do podcast Prosa Legal, da Rádio TJ, e falou sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecido como ECA Digital.

O magistrado explicou que a Lei nº 15.211/2025 não substitui o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990, mas atualiza a proteção integral para a realidade digital. “Assim como o ECA de 1990 sempre protegeu a criança na escola, na rua e dentro de casa, agora também busca protegê-la nas redes sociais, nos aplicativos, nos jogos eletrônicos e em todas as plataformas digitais”, afirmou.

Proteção e participação da família

Durante a entrevista, Israel Tibes destacou que cerca de 93% das crianças e adolescentes brasileiros entre 9 e 17 anos acessam a internet diariamente e que quase um terço deles já enfrentou alguma situação ofensiva, constrangedora ou incômoda no ambiente virtual. Para enfrentar esse cenário, a nova legislação prevê medidas como mecanismos mais seguros de verificação de idade, reforço da privacidade, combate à exposição de crianças a conteúdos inadequados, ações para reduzir o uso compulsivo de plataformas e jogos eletrônicos e a proibição das chamadas lootboxes (caixas de recompensa aleatórias) em jogos destinados ao público infantojuvenil.

O juiz também chamou atenção para os principais casos que chegam ao Poder Judiciário, como cyberbullying, crimes contra a dignidade sexual praticados pela internet, divulgação indevida de imagens e informações de adolescentes envolvidos em atos infracionais e exploração comercial da imagem de crianças nas redes sociais. Segundo ele, a produção de conteúdo monetizado por crianças, os chamados kidfluencers, passou a exigir autorização da Justiça da Infância e da Juventude.

Ao orientar pais e responsáveis, o magistrado ressaltou que a proteção começa dentro de casa. “Tecnologia não substitui a presença dos pais”, afirmou. Ele recomendou que as famílias acompanhem de forma ativa o que os filhos acessam, utilizem as ferramentas de supervisão parental disponíveis em celulares e aplicativos e mantenham diálogo constante sobre os riscos da internet, respeitando também a classificação indicativa de jogos e aplicativos.

Na conclusão da entrevista, Israel Tibes reforçou que qualquer suspeita de violência contra crianças e adolescentes, seja no ambiente virtual ou fora dele, deve ser comunicada ao Conselho Tutelar, à Vara da Infância e da Juventude, ao Ministério Público ou aos demais órgãos competentes. “A mensagem final que deixo é: proteção começa com atenção”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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