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Deputado Fabinho Tardin assume cargo na Mesa Diretora da ALMT

*A Mesa Diretora da ALMT para o segundo biênio da 20ª legislatura é composta pelos seguintes deputados:*

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Foto: Redes Sociais/ Facebook

O deputado estadual Fabio Tardin assumirá na próxima segunda-feira, 3 de fevereiro, o cargo de 5º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). A posse da nova Mesa Diretora, que terá o deputado Max Russi (PSB) na presidência, será realizada às 9h no Plenário Renê Barbour, em Cuiabá.

Fabinho entraou para a história como o primeiro gari a ocupar uma cadeira na Mesa Diretora da ALMT. Natural de Juscimeira, sua trajetória política começou em 2016 quando foi eleito vereador por Várzea Grande, onde reside há mais de 30 anos. Foi o vereador mais bem votado presidiu a Câmara Municipal por duas legislaturas consecutivas — feito inédito.

Em 2022, Tardin foi eleito deputado estadual com 29.709 votos, sendo o segundo mais votado do partido. O número expressivo o consolidou como o deputado estadual mais votado da história de Várzea Grande.

“Assumimos essa nova missão com o compromisso de trabalhar ainda mais pelo desenvolvimento de Mato Grosso. Com a presidência do deputado Max Russi e o apoio dos colegas da Mesa Diretora, tenho certeza de que poderemos avançar em pautas importantes para a população mato-grossense”, disse Fabinho.

*A Mesa Diretora da ALMT para o segundo biênio da 20ª legislatura é composta pelos seguintes deputados:*

Presidente: Max Russi
1º vice-presidente: Júlio Campos
2º vice-presidente: Gilberto Cattani
3º vice-presidente: Wilson Santos
1º secretário: Dr. João
2º secretário: Paulo Araújo
3º secretário: Diego Guimarães
4º secretário: Elizeu Nascimento
5º secretário: Fabio Tardin – “Fabinho”
6º secretário: Juca do Guaraná

A cerimônia de posse será transmitida ao vivo pelas redes sociais da ALMT.

 

fonte : https://fabiotardin.com.br

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Gisela nega apoio a Galvan e reafirma Mauro e Buzetti como seus candidatos ao Senado

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A candidata a vice-governadora Gisela Simona (União) negou ter declarado apoio à candidatura de Antônio Galvan (Avante) ao Senado, apesar de ter aparecido ao lado do empresário em um vídeo no qual o chamou de “nosso futuro senador”. Segundo Gisela, a manifestação ocorreu durante um encontro com Galvan como forma de agradecer o apoio dele à chapa encabeçada por Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

Questionada sobre sua posição para o Senado, Gisela afirmou que seus votos são destinados ao senador Mauro Mendes (União Brasil) e à senadora Margareth Buzetti (PP). Ela também disse que não concorda com declarações recentes de Galvan relacionadas à legislação que trata do feminicídio.

“Eu não declarei apoio ao Galvan. Meus senadores são Mauro Mendes e Margareth Buzetti”, afirmou Gisela.

A controvérsia surgiu depois da divulgação de um vídeo em que Gisela aparece ao lado de Galvan e da primeira suplente dele, Pastora Aline. Na gravação, a candidata afirma que a dupla seria importante para Mato Grosso e se refere a Galvan como futuro senador. A declaração foi interpretada como uma manifestação de apoio à candidatura do empresário.

Ao explicar o episódio, Gisela afirmou que houve, de fato, uma aproximação política entre os grupos, mas classificou o gesto como uma forma de retribuir o apoio de Galvan à candidatura de Pivetta. “Existe, sim, um gesto de retribuição ao apoio”, declarou.

A aproximação entre os dois ganhou repercussão também pelas posições diferentes em relação ao tratamento dado pela legislação aos assassinatos de mulheres. Galvan tem defendido que homens e mulheres recebam a mesma punição quando os crimes forem cometidos em circunstâncias semelhantes e já criticou a existência de uma legislação específica para o feminicídio.

Atualmente, o feminicídio é um crime autônomo previsto no Código Penal. A mudança foi estabelecida pela Lei nº 14.994/2024, que também fixou pena de 20 a 40 anos de prisão para o crime.

Gisela afirmou que discorda da posição de Galvan sobre o tema e lembrou que participou da tramitação do chamado Pacote Antifeminicídio enquanto deputada federal. Ela foi relatora na Câmara do projeto apresentado pela então senadora Margareth Buzetti, que posteriormente deu origem à Lei nº 14.994/2024.

Apesar da divergência, Gisela afirmou que o encontro com Galvan ocorreu dentro do contexto da aliança formada para a disputa pelo Governo. Galvan declarou apoio à candidatura de Pivetta, enquanto Gisela integra a chapa como candidata a vice-governadora.

Ao final, a candidata voltou a reafirmar que, na disputa pelas duas vagas ao Senado em Mato Grosso, seus candidatos são Mauro Mendes e Margareth Buzetti.



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