INTERAÇÃO
Laboratório de inovação do MPMT divulga dicas sobre escuta ativa
Saber ouvir não é apenas uma habilidade de comunicação, mas uma ferramenta para criar confiança, reduzir conflitos e construir relações mais significativas.
Judiciário
No ritmo acelerado do dia a dia, encontrar tempo para aprender algo novo pode parecer desafiador. Pensando nisso, o Laboratório de Inovação do Ministério Público de Mato Grosso, o e-LabMP, lançou a iniciativa “e-Lab Indica”, com sugestões imperdíveis para quem quer desenvolver algumas habilidades em um curto período de tempo.
Nesta edição, o tema escolhido é a escuta ativa, uma competência essencial para fortalecer conexões pessoais e profissionais. Para ajudar você nessa jornada, o e-LabMP selecionou um filme, um livro e um curso que prometem inspirar e transformar a forma como você ouve e se comunica.
Filme: Dias Perfeitos (Prime Video)
Ambientado nos encantadores cenários urbanos de Tóquio, Dias Perfeitos narra a história de Hirayama, um zelador que vive de forma simples e feliz, equilibrando seu trabalho com sua paixão pela música, literatura e fotografia. No entanto, sua rotina começa a mudar com encontros inesperados que revelam a importância de prestar atenção ao que está além das palavras. Mais do que um drama, o filme é um convite à observação e à escuta profunda – uma reflexão valiosa sobre o impacto da empatia no cotidiano.
Livro: Escute! Como se comunicar de forma eficaz – Dale Carnegie e Associados
Escrito por especialistas em desenvolvimento pessoal, este livro aborda os pilares da comunicação eficiente. Entre suas lições práticas, destaca-se a importância de ouvir ativamente para criar conexões genuínas. Joe Hart, presidente da organização Dale Carnegie, afirma: “O melhor presente que você pode dar para outra pessoa é se tornar uma versão melhor de si mesmo. E o primeiro passo é aprender a escutar. “Esta leitura é um guia essencial para quem deseja construir relacionamentos mais fortes, tanto na vida pessoal, quanto no trabalho.
E-book: Aprimore sua escuta ativa e potencialize suas habilidades (acesse aqui)
Para completar o pacote, o e-LabMP oferece um e-book prático sobre escuta ativa. Nele, você aprenderá como interpretar emoções, demonstrar interesse genuíno e aplicar técnicas que promovem diálogos produtivos. É a oportunidade perfeita para colocar em prática os conceitos aprendidos no filme e no livro.
Por que desenvolver a escuta ativa? – Saber ouvir não é apenas uma habilidade de comunicação, mas uma ferramenta para criar confiança, reduzir conflitos e construir relações mais significativas. Além disso, a escuta ativa pode transformar a maneira como você interpreta o mundo e se conecta com as pessoas ao seu redor.
Então, que tal reservar um tempo para assistir, ler e praticar? O “e-Lab Indica” está aqui para mostrar que aprender algo novo – mesmo em um curto período – pode ser leve, inspirador e profundamente transformador. Afinal, ouvir com atenção é o primeiro passo para entender o outro e a si mesmo.
Por RHAYSSA CARVALHO
Judiciário
TJMT manda ALMT votar veto de reajuste de 6,8% nesta quarta e prevê multa de R$ 50 mil por dia
Decisão determina inclusão imediata do veto ao projeto dos servidores do Judiciário na sessão desta quarta-feira (9), às 13h; descumprimento ainda pode gerar consequências cíveis e criminais
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) inclua, na sessão plenária desta quarta-feira (9), a apreciação do veto ao Projeto de Lei nº 1.398/2025, que previa reajuste linear de 6,8% nos salários dos servidores efetivos do Poder Judiciário, abrangendo todas as classes e níveis.
A decisão foi proferida pela desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, relatora em substituição legal, após manifestação do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso (Sinjusmat), que pediu o cumprimento imediato da ordem judicial e a inclusão da matéria na sessão marcada para esta quarta-feira.
O impasse envolve a votação do veto ao projeto. O TJMT já havia anulado a votação realizada pela Assembleia Legislativa em 3 de dezembro de 2025 e determinado que uma nova apreciação fosse realizada por meio de escrutínio aberto.
Assembleia queria deixar votação para outubro
A Presidência da ALMT havia informado ao Judiciário que pretendia realizar a nova votação somente em 7 de outubro de 2026, após as eleições. Entre as justificativas apresentadas estavam a organização dos trabalhos legislativos, a convocação e presença dos parlamentares e o calendário eleitoral.
Entretanto, o Sinjusmat apresentou ao Tribunal a Ordem do Dia da sessão ordinária marcada para esta quarta-feira, às 13 horas, demonstrando que haverá sessão plenária, embora o veto ao PL nº 1.398/2025 não estivesse inicialmente na pauta divulgada. O próprio documento da Assembleia informa que a pauta está sujeita a alterações.
Na decisão, a magistrada ressaltou que não é possível transferir para outubro o cumprimento de uma determinação que já estabeleceu que a nova votação deve ocorrer na primeira sessão plenária realizada após a intimação.
“A ordem judicial não constitui recomendação dirigida à autoridade pública, tampouco faculdade cujo cumprimento possa ser unilateralmente postergado”, registra a decisão.
Multa de R$ 50 mil por dia
A decisão determina que o presidente da Assembleia Legislativa, ou quem estiver no exercício da Presidência, adote imediatamente as providências necessárias para colocar o veto na Ordem do Dia da sessão desta quarta-feira e realizar novamente a votação, desta vez de forma aberta.
Caso a determinação não seja cumprida, poderá incidir a multa pessoal anteriormente fixada em R$ 50 mil por dia, a partir do primeiro dia útil seguinte à sessão, limitada inicialmente a R$ 1 milhão.
Além da multa, a nova decisão adverte que o descumprimento poderá resultar em outras consequências cíveis e criminais. A intimação do presidente da ALMT foi determinada em caráter pessoal e de urgência.
O Tribunal também deixou claro que a ordem não determina como os deputados devem votar nem qual deve ser o resultado. A determinação judicial exige apenas que o veto seja submetido novamente ao plenário, por votação aberta, conforme decidido anteriormente pelo TJMT.
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