Puxão de Orelha

Deputado Maxi Russi defende respeito às leis e cobra gestão inclusiva de Abílio.

“Criticar é muito mais fácil do que fazer, e agora ele está tendo a oportunidade de fazer. Se ele não fizer, com certeza a população cuiabana vai cobrar isso dele”, declarou.

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Política

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual e futuro presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), comentoum durante um entrevista à imprensa  a postura do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), que considera fechar prostíbulos que oferecem  no perímetro urbano da capital. Para Max, Abilio tem que governar para todos os cidadãos e não só para os crstãos.

“Eu acho que o gestor público tem que administrar para todos e não só para o segmento que ele gosta, muito pelo contrário, para todos os cuiabanos no caso da prefeitura [de Cuiabá]. Espero que ele [Abilio] faça isso”, afirmou Maxi Russi.

Segundo Abilio, a famosa casa noturna Crystal pode ser fechada caso seja encontrada alguma ilegalidade no local. No entanto, ainda que não haja nada ilícito aos olhos da lei, ele pretende submeter um projeto à Câmara Municipal para proibir a prática de prostituição na zona urbana da capital.

Max defendeu que a lei existente seja respeitada, mas não vê com bons olhos que decisões do Executivo sejam tomadas baseadas apenas no desejo pessoal do governante. “O que estiver fora dos padrões tem que ser fechado e o que estiver dentro da legalidade você não pode fechar por seu bel prazer”, disse Russi.

O deputado ainda argumentou que a carreira política de Brunini, que já foi vereador e deputado federal, foi trilhada sempre na oposição, por isso, ele terá que se adaptar a ser cobrado.

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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