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Desenvolve MT apresenta linhas de crédito durante encontro em Colíder para a classe empresarial

A equipe da agência prestou atendimento aos empreendedores participantes do evento, e tirou dúvidas sobre o processo de solicitação de crédito.

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Economia

Foto: Michel Alvim

A Agência de Fomento do Estado – Desenvolve MT participou do Encontro Regional Empresarial, realizado  no Auditório Amazônia, em Colíder. O evento, promovido pela prefeitura de Colíder, Câmara Municipal de Vereadores e a Associação Comercial e Empresarial do município (ACIC), reuniu mais de 90 empresários e convidados para tratar de assuntos relacionados à economia e ao empreendedorismo na região.

A Desenvolve MT marcou presença para falar sobre como as linhas de crédito podem fomentar a economia do município e apoiar os pequenos negócios. 

O prefeito de Colíder, Rodrigo Benassi, contou que tem objetivos com a parceria da agência de crédito para 2025.

“A nossa prefeitura tem uma meta, queremos fomentar a economia local, e a Desenvolve MT é um dos meios que nós encontramos para isso. Queremos fazer liberações de crédito de, no mínimo, R$2 milhões por mês. Esse evento é muito importante para esses objetivos e para Colíder porque mostra novas oportunidades e possibilidades aos empreendedores da cidade”, explica.

Além do evento, agentes de crédito da prefeitura foram capacitados pela equipe da Desenvolve MT. Atualmente, Colíder tem três agentes credenciados representando a Agência na cidade. O trabalho do parceiro no município é auxiliar e orientar os empresários que estão em busca do crescimento e expansão de seus negócios. 

Em Colíder, o empreendedor que tiver interesse em buscar o crédito pode procurar no endereço Avenida Tancredo Neves, nº 1005 – Centro – Setor Leste.

Para o diretor de Desenvolvimento e Crédito da Desenvolve MT, Helio Tito, a parceria entre a Agência e os órgãos do município para auxiliar os empresários locais é importante. 

“A Desenvolve MT desempenha um papel fundamental como facilitadora para aqueles que desejam iniciar seus empreendimentos. Como Agência de Fomento do Governo do Estado, uma das nossas missões é impulsionar a economia local, e parcerias como a que realizamos neste evento são essenciais para atingirmos esse objetivo”, ressaltou Helio Tito

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Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço

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O Brasil executa, até 19 setembro, uma nova etapa para ampliar a capacidade de fazer pesquisas científicas em microgravidade no espaço.

A Operação Potiguar 2, conduzida no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, testa, em condições reais de voo, o sistema de recuperação da Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R).

O ambiente de microgravidade permite desenvolver pesquisas em condições diferentes das encontradas na superfície terrestre. Entre as áreas que podem se beneficiar estão estudos de materiais, fluidos, combustão, biologia, medicamentos e agricultura espacial.

A plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A missão está prevista para ocorrer de 31 de agosto a 19 de setembro e tem cerca de 160 militares e servidores civis envolvidos na preparação, integração, lançamento e recuperação da carga.


Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER
Brasília (DF), 05/09/2026 - Brasil testa plataforma para pesquisas em microgravidade no espaço.
Foto: CECOMSAER

Plataforma será lançada pelo veículo de sondagem VS-30 V16, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço. Foto: CECOMSAER

O objetivo principal da segunda fase da Operação Potiguar é verificar se o conjunto responsável por recuperar a plataforma funciona conforme planejado durante um voo. A primeira fase da operação, em 2024, foi voltada principalmente à verificação de procedimentos e sistemas associados ao lançamento.

Na prática, a recuperação permite que a plataforma e os equipamentos transportados retornem para análise depois do voo. Os dados obtidos podem ajudar na avaliação dos sistemas e no desenvolvimento de futuras missões científicas em ambiente de microgravidade.

Plataforma brasileira

O VS-30 V16 tem aproximadamente 9 metros de comprimento, 600 milímetros de diâmetro e massa de cerca de 1,6 tonelada. As simulações utilizadas na preparação da missão indicam que o foguete poderá atingir aproximadamente 100 quilômetros de altitude e percorrer cerca de 90 quilômetros. A carga útil, a PSM-R, tem massa estimada em 401 quilos.

A plataforma reúne sistemas necessários para seu funcionamento durante o voo e para o retorno à superfície. Entre eles estão o sistema de recuperação por paraquedas, módulos destinados a experimentos, módulo de serviço e controle, sistema de gás frio, anéis de balanceamento e um mecanismo chamado ioiô, usado para auxiliar no controle da velocidade de rotação antes da separação da carga útil.

Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), a plataforma está relacionada ao Programa Microgravidade, que seleciona experimentos científicos e tecnológicos para serem realizados em voos suborbitais e orbitais.

Teste de recuperação

O sistema a ser avaliado durante a missão é considerado uma etapa importante para transformar a plataforma em uma estrutura capaz de apoiar diferentes experimentos científicos.

Durante o voo, os sistemas embarcados serão acompanhados por recursos de telemetria e rastreamento. Depois do retorno da carga útil, os dados coletados serão analisados pelas equipes responsáveis pela operação.

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno também coordena procedimentos de segurança e o acompanhamento do veículo. A operação envolve sistemas de rastreamento e telemetria e exige articulação com os órgãos responsáveis pelo controle do espaço aéreo e marítimo.

Inaugurado em 1965, o CLBI foi o primeiro centro de lançamentos espaciais da América do Sul.

Segundo a FAB, a unidade já participou de mais de 400 lançamentos de foguetes e acompanhou mais de 3 mil veículos. Entre as atividades realizadas pelo centro está o rastreamento de foguetes Ariane, em cooperação com a Agência Espacial Europeia, e o apoio ao monitoramento de veículos lançados a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.



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