contas no vermelho

Coronel Vânia aponta que dívidas da Prefeitura podem impedir a realização de projetos iniciais da nova gestão

A gestão de Abílio só terá acesso à real situação financeira da Prefeitura após a posse, marcada para o dia 1º de janeiro

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Foto: Assessoria

Coronel Vânia Rosa (Novo) a vice-prefeita eleita de Cuiabá, afirmou que as dívidas encontradas na Prefeitura podem comprometer a execução de alguns projetos nos primeiros cem dias da nova gestão. A declaração foi feita após a diplomação dos vencedores nas eleições municipais de outubro, na última quarta-feira (19).

“De forma geral, sim (a situação financeira pode inviabilizar projetos). Principalmente com o que vocês têm visto na questão da saúde”, afirmou.

Vânia, ressaltou que o prefeito eleito Abilio Brunini (PL), está focado na saúde como prioridade e que há um esforço conjunto para entender a real situação da Prefeitura. Ela mencionou ainda que a equipe de transição tem enfrentado dificuldades para obter informações, com o staff de Emanuel Pinheiro (MDB) enviando até pendrives vazios.

“A gente está tentando reunir todo o secretariado, trazer todas essas dívidas ou não, todas essas situações que por hora podem ser especulação, mas a gente tem que ir atrás”, disse.

A Prefeitura de Cuiabá enfrenta uma previsão de déficit mensal de R$ 30 milhões apenas na Saúde, o que representaria R$ 360 milhões anuais. O Ministério Público sugere que as soluções para esse rombo incluem aumento de impostos ou a busca de recursos em outras fontes, como repasses do Governo do Estado ou emendas de parlamentares estaduais e federais.

A gestão de Abílio só terá acesso à real situação financeira da Prefeitura após a posse, marcada para o dia 1º de janeiro, na Câmara Municipal de Cuiabá.

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Prefeitura esclarece que não houve corte de recursos para famílias atípicas em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, esclarece que não houve corte de recursos destinados às pessoas autistas e suas famílias. O assunto foi discutido durante reunião realizada na última quarta-feira (21.10), com a participação da prefeita, de secretários municipais de diferentes pastas e de mães de pessoas autistas, para esclarecer dúvidas sobre o orçamento e os serviços oferecidos pelo município.

Durante o encontro, a secretária municipal de Assistência Social, Taynara Morais, explicou que o reordenamento orçamentário ocorreu após a Câmara Municipal não aprovar a proposta de reestruturação administrativa, que previa a criação de um setor específico para desenvolver políticas públicas voltadas aos direitos humanos e às pessoas com deficiência.

“O que tínhamos era uma previsão no orçamento para uma estrutura que não foi criada, porque o projeto não foi aprovado pela Câmara Municipal”, explicou a secretária.

A gestora destacou que o orçamento é um instrumento de planejamento e não significa, necessariamente, que os recursos estejam disponíveis em caixa. Com a não aprovação da proposta, foi necessário reorganizar a previsão orçamentária, incluindo ajustes no planejamento das ações voltadas à população idosa.

A secretária também esclareceu que os recursos do Fundo Municipal da Pessoa Idosa possuem destinação específica e não se confundem com o orçamento geral da Secretaria Municipal de Assistência Social.

Ela reforçou que as famílias atípicas continuarão sendo atendidas pelos serviços já oferecidos pela Prefeitura e que o reordenamento orçamentário não representa a suspensão dos atendimentos nem o corte da assistência prestada à população.

A Prefeitura de Várzea Grande reforça a importância do diálogo com as famílias e do esclarecimento de informações sobre o orçamento municipal, garantindo transparência nas decisões administrativas e a continuidade dos atendimentos realizados pela rede de assistência social.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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