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OPERAÇÃO SISAMNES: SEGUNDA FASE AFASTA SERVIDORES DO JUDICIÁRIO E BLOQUEIA R$ 1,8 MILHÃO

A operação investiga crimes de lavagem de dinheiro ligados a um esquema de venda de decisões judiciais

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Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (20) a segunda fase da Operação Sisamnes, que cumpre mandados de afastamento de servidores do Poder Judiciário e bloqueio de R$ 1,8 milhão dos investigados. A operação investiga crimes de lavagem de dinheiro ligados a um esquema de venda de decisões judiciais, identificado na primeira fase da operação, em 26 de novembro.

As investigações revelaram que os alvos realizaram várias operações imobiliárias suspeitas com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro utilizado na compra de imóveis e veículos. As ordens judiciais, emitidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), incluem o afastamento dos servidores, o bloqueio de R$ 1,8 milhão, além de mandados de busca, apreensão e sequestro de um imóvel adquirido por um magistrado. Os investigados também estão proibidos de manter contato entre si e de deixar o país, com todos os passaportes sendo recolhidos.
Por suspeita de envolvimento na venda de decisões judiciais, os desembargadores João Ferreira Filho e Sebastião de Moraes Filho foram afastados em agosto deste ano. A decisão foi tomada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Luis Felipe Salomão, que também determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos dois magistrados e de servidores do TJMT, com abrangência para os últimos cinco anos.

As investigações apontaram que os desembargadores mantinham uma relação íntima com o advogado Roberto Zampieri, recebendo dele vantagens financeiras e presentes de alto valor para julgar recursos em seu favor.

Em 26 de novembro, a Polícia Federal deflagrou a primeira fase da Operação Sisamnes, cumprindo mandados de busca e apreensão nas residências dos desembargadores e outros investigados, além de monitoramento por tornozeleira eletrônica para ambos. O lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, apontado como responsável por vender sentenças do Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi preso.

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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