Eleição 2026
Primeira Dama de MT é convidada a disputar eleição em 2026 pelo PP
Paulo Araújo reconhece que o correligionário não tem falado sobre isso, mas diz que o nome dele está na lista de possíveis candidatos
Política
O presidente estadual do PP, Paulo Araújo, revelou que a legenda tem pretensão de montar chapas para as eleições de 2026 e revela que tenta atrair a primeira-dama Virginia Mendes, filiada ao União Brasil, para concorrer a federal. Ela integraria uma chapa com o ex-federal Nery Geller e, possivelmente, com um parlamentar federal que pode migrar para o PP. Embora Paulo não divulgue quem é, ele confirma que o federal Juarez Costa está entre as lideranças com quem ele tem dialogado.
“Eu acredito que se a nossa primeira-dama, a dona Virgínia, vir a ser candidata a deputado federal, eu acredito que ela vai ser puxadora de voto e, com isso, faz com que a chapa do PP possa eleger de dois a três deputados com um conjunto. Lembrando que o ex-deputado federal Neri Geller também é um dos nomes do Progressista”, ressalta em entrevista à imprensa.
Paulo Araújo, que é deputado estadual e deve tentar à reeleição, revela também que uma ala do partido quer lançar o ex-senador Cidinho dos Santos (PP) à majoritária, podendo ser um nome até mesmo para o governo. Ele reconhece que o correligionário não tem falado sobre isso, mas diz que o nome dele está na lista de possíveis candidatos. Atualmente, o grupo de partidos aliados, que é liderado pelo governador Mauro Mendes (União), tem trabalhado a possivel candidatura do vice Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo. Wellington Fagundes (PL) também tem se colocado como possibilidade. Já Odílio Balbinotti – ainda sem partido – corre por fora e pode aderir ao PL.
Novas filiações
Paulo Araújo destaca que tem conversas avençadas com dois deputados estaduais e um deputado federal no mandato. Eles só poderão trocar de partido, entretanto, em 2026 quando a janela partidária será aberta.
“O que nós estamos ofertando e oferecendo é justamente um espaço dentro do progressista para que essas lideranças possam se consolidar. Tem liderança, por exemplo, que é de outras regiões, que tem vários municípios que eles podem compor na questão dos diretórios municipais. Então, o Progressista é um partido que está aberto, como eu disse, em processo de construção de chapa de deputados estaduais, deputado federal e majoritária”, disse Paulo
Política
Projeto garante remarcação e desistência de passagens sem multa
O Projeto de Lei 569/26 assegura ao consumidor, em viagens dentro do Brasil, o direito de remarcar ou desistir de passagens de transporte aéreo, rodoviário, ferroviário e aquaviário sem cobrança de taxas, multas ou penalidades.
Pela proposta em análise na Câmara dos Deputados, a remarcação poderá ser feita até 24 horas antes do embarque. O consumidor terá que pagar apenas a eventual diferença entre a tarifa comprada e a disponível no momento da troca.
Reembolso
Apresentado pelo deputado Alencar Santana (PT-SP), o texto também garante ao passageiro o direito de desistir da viagem até 72 horas antes do embarque, com restituição integral do valor pago. O reembolso deverá ser feito em até sete dias.
“O objetivo é assegurar maior equilíbrio nas relações de consumo no transporte de passageiros, garantindo direitos mínimos de remarcação e de desistência sem a imposição de taxas ou de penalidades abusivas”, disse o parlamentar.
Regras para empresas
O projeto proíbe as empresas de impor cláusulas que:
- restrinjam o direito de remarcação;
- cobrem taxa ou multa dentro do prazo legal;
- condicionem a troca da passagem à compra de serviços adicionais não pedidos pelo consumidor.
Válido para todas as tarifas
A proposta também determina que os direitos valerão para todas as modalidades de tarifa, inclusive promocionais, e para passagens compradas em programas de fidelidade ou com outros benefícios concedidos pelo transportador.
O texto prevê ainda que cláusulas contratuais, regulamentos ou práticas comerciais que limitem esses direitos serão nulos.
Em caso de descumprimento, o infrator ficará sujeito às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multa e até suspensão temporária de atividade.
Próximos passos
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Natalia Doederlein
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