Contas Exercício 2023

Contas da Sinfra-MT e da Prefeitura de Cuiabá estão na pauta da sessão desta terça-feira (10)

Também serão apreciadas as contas de 2023 de Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger

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Foto: Thiago Bergamasco/TCE-MT

As contas anuais de governo da Prefeitura de Cuiabá, referentes ao exercício de 2023, estão na pauta da sessão ordinária do Plenário Presencial do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) desta terça-feira (10). Com transmissão ao vivo pela TV Contas (Canal 30.2) e pelo Canal do TCE-MT no YouTube, a sessão tem início às 14h30.

Está previsto ainda o julgamento das contas anuais de gestão da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), além da apreciação das contas de governo de Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Santo Antônio de Leverger, todas relativas ao exercício de 2023.

Na pauta, publicada no Diário Oficial de Contas (DOC) do último dia 4, consta ainda levantamento sobre o sistema de saúde de Sinop, duas representações de natureza interna, sendo uma em desfavor da Prefeitura de Nobres e outra de Arenápolis, recurso interposto pela Prefeitura de Tesouro e homologação de tutela provisória de urgência referente à Prefeitura de Ribeirãozinho.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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