Pagamentos de Contas
Emanuel garante pontualidade nos pagamentos de funcionários e fornecedores
Segundo Emanuel, os atrasos relatados são pontuais e foram causados por problemas na transmissão de dados bancários, afetando cerca de 10% a 15% dos servidores
Política
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), reconheceu que o município enfrenta dificuldades financeiras, mas garantiu que os problemas não têm resultado em atrasos no pagamento de servidores públicos ou no repasse de recursos para empresas terceirizadas.
Nas últimas semanas, Cuiabá presenciou manifestações de diferentes categorias. Motoristas responsáveis pelo transporte de pacientes para sessões de hemodiálise paralisaram suas atividades, e condutores do transporte coletivo atrasaram o início das operações em reivindicação a salários.
Prefeito atribuiu problemas a falhas técnicas
Segundo Emanuel, os atrasos relatados são pontuais e foram causados por problemas na transmissão de dados bancários, afetando cerca de 10% a 15% dos servidores. “O recurso está disponível. Não houve atraso geral, mas um problema técnico na remessa de dados para a folha de pagamento.
Com relação às empresas terceirizadas, o prefeito admitiu que algumas enfrentam desafios financeiros que têm impactado as relações de trabalho. Ele mencionou especificamente a empresa Caribus, responsável pelo transporte coletivo na região Sul da cidade, que chegou a ameaçar interromper os serviços.
“Problemas entre patrões e trabalhadores acontecem. Como prefeito, minha função é cobrar e evitar que a população sofra com esses impasses”, destacou Emanuel, ressaltando seu compromisso em manter a cidade funcionando.
Apesar dos desafios, o prefeito afirmou que a situação está sob controle e garantiu que a administração municipal está trabalhando para resolver as questões e evitar novos transtornos.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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