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TRIBUNAL DE CONTAS DE MATO GROSSO CONCLUI 3° CICLO DO PROGRAMA NACIONAL DE TRANSPARÊNCIA

Neste ano, das 288 unidades gestoras avaliadas, 69 serão certificados com os Selos de qualidade Diamante, Ouro e Prata

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Foto: Reprodução/omatogrosso.com

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) concluiu o 3° ciclo do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP) com um aumento de 53% no número de portais de órgãos públicos que alcançaram nível de qualidade superior a 75% dos 124 critérios de avaliação.

Neste ano, das 288 unidades gestoras  foram avaliadas, 69 foram certificados com os Selos de qualidade Diamante, Ouro e Prata em solenidade que foi realizado, no auditório da Escola Superior de Contas.

A Câmara Municipal de Cuiabá  sob a presidência de Chico 2000 (PL)  conquistou o Selo Diamante de Transparência  Pública, com índiçe de 98,10% no Programa Nacional de Transparência Pùblica (PNTP). O prêmio reconhece a gestão eficiente e acessível da Casa de Leis.

A prefeitura de Cuiabá está  entre as 69 unidades certificadas com os Selos  de qualidade intituído pelo Programa Nacional de Transparência Publica. A prefeitura de Cuiabá recebeu o Selo Ouro

O Presidente do TCE-MT Sérgio falou sobre o 3° ciclo do Programa Nacional de Transparência Pública e sobre as entregas de Certificados  com os Selos.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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