NÃO LIGA PARA CRÍTICAS

CHICO 2000 DIZ QUE SÓ DEIXARÁ O PL SE NÃO FOR MAIS DESEJADO: “SÓ SAIO QUANDO NÃO ME QUISEREM MAIS”

“Estou no PL há mais de 20 anos. O PL é um partido que me deu todas as oportunidades políticas que tive”, declara Chico.

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SECOM/CÂMARA DE CUIABÁ

O presidente da Câmara de Cuiabá, Chico 2000 (PL), afirmou que seguirá trilhas diferentes das definidas pelo partido, mas destacou que não tem intenção de deixar o PL. Ele ressaltou que só deixará a “casa” caso seja convidado a sair.

“Estou no PL há mais de 20 anos. O PL é um partido que me deu todas as oportunidades políticas que tive. Portanto, eu só saio do PL quando o PL não me quiser mais”, ressaltou Chico 2000.

Chico, que na época em que eram colegas de parlamento votou a favor da cassação de Abilio Brunini (PL), se aproximou do ex-adversário devido às eleições deste ano. A aproximação ocorreu após uma disputa interna com Abilio para liderar o processo eleitoral para a Prefeitura de Cuiabá e após ter sido destituído da presidência do partido na capital.

No entanto, a aliança foi rapidamente desfeita quando Abilio rejeitou a possibilidade de reeleger o vereador à presidência da Câmara. Assim que o assunto foi levantado, Abilio apoiou o nome da vereadora eleita, Paula Calil (PL), para liderar o projeto, o que deixou o atual presidente aborrecido. Como resultado, ele declarou apoio à candidatura de oposição de Jeferson Siqueira (PSD) ao prefeito eleito.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de boicote, Chico afirmou que prefere ignorar os que estão incomodados, destacando que não se importa com o desconforto que sua presença possa causar aos colegas.

“Não sei se vai ter confraternização no final do ano no PL. Segundo, se tiver e eu for convidado, eu estarei lá. E se entenderem que devam me boicotar, eu viro as costas e vou embora”, enfatizou.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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