prefeita eleita de VG
MORETTI DECLARA QUE NÃO VAI SE ENVOLVER NA ESCOLHA DA NOVA MESA DIRETORA DA CÂMARA DE VÁRZEA GRANDE
Flávia revelou que tem mantido conversas com os vereadores eleitos e reeleitos para a próxima legislatura
Política
Flávia Moretti (PL) prefeita eleita de Várzea Grande, declarou que não irá interferir na eleição da nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores, mas revelou que tem mantido conversas com os vereadores eleitos e reeleitos para a próxima legislatura.
“Sobre a Mesa Diretora a gente tem conversado com os vereadores eleitos e reeleitos. Nós estamos com um grupo bem forte e coeso, mas lógico que a decisão é deles. São os vereadores que decidem a Mesa Diretora, a gente não pode interferir”, argumentou.
“Eles montaram uma chapa que inclui o Bruno Rios, nosso vereador reeleito pelo PL. A princípio o grupo está coeso e alinhado para nos dar governabilidade a partir de janeiro de 2025”, emendou.
Ao ser questionada, Flávia preferiu não comentar sobre a postura do prefeito eleito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), em relação à eleição da nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Cuiabá.
“Não vou colocar a minha opinião sobre o Abílio porque cada um tem um jeito de fazer gestão. Eu tenho a minha forma de gestão e eu entendo a independência dos poderes”, disse.
“Até por ser operadora do direito vejo que a independência dos poderes é muito importante. O Legislativo tem a sua independência como o Executivo tem a sua independência”, finalizou Moretti.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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