Frango barato

Preço do frango sobe pelo terceiro mês seguido com alta na carne bovina impulsionando demanda

Fernando Henrique Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado, destaca que a avicultura de corte vive um período de alta expressiva nos preços.

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Economia

Foto: Reprodução/ omatogrosso.com

Para o consumidor, o aumento consecutivo na carne de frango significa uma pressão maior no custo da alimentação básica.

O preço da carne de frango subiu pelo terceiro mês consecutivo, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A busca por alternativas mais baratas diante do encarecimento da carne bovina tem elevado a demanda pelo frango, o que vem pressionando seus preços tanto no atacado quanto no mercado independente.

Fernando Henrique Iglesias, analista da consultoria Safras & Mercado, destaca que a avicultura de corte vive um período de alta expressiva nos preços. “A carne bovina segue com preços elevados, o que leva o consumidor a buscar proteínas substitutas, especialmente o frango”, afirma Iglesias. A expectativa é de que essa tendência continue no curto prazo, já que o cenário para o mercado de carne bovina não indica um alívio nos preços.

Para o consumidor, o aumento consecutivo na carne de frango significa uma pressão maior no custo da alimentação básica, com menos alternativas acessíveis de proteína. No mercado, os impactos se refletem em um cenário de volatilidade nos preços de diversas carnes, o que impõe desafios adicionais para a economia doméstica e o orçamento das famílias brasileiras.

 

 

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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