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Vereador de Cuiabá quer incluir músicos e guias turísticos na Renda Solidária

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Da Redação.
Após a Câmara Municipal de Cuiabá aprovar, no ultimo dia 16, um projeto do executivo municipal, que cria o programa Renda Solidária, o vereador Renivaldo Nascimento (PSDB) apresentou uma emenda ao projeto incluindo músicos e guias turísticos. 
Por hora, o projeto contemplava apenas carroceiros, catadores de recicláveis, transporte escolar, feirantes e ambulantes e demais comerciantes de gênero alimentício que desenvolvam atividades em logradouros públicos.
“As atividades desses profissionais, também, se encontram paralisadas, devido as consequências da Pandemia. Além disso, o maior impacto da crise causada pela pandemia se dará justamente 
sobre esses profissionais que são autônomos, informais, MEls e temporários”, disse Renivaldo.
Confira parte da justificativa do vereador em sua emenda aditiva: 
Guias turísticos
“É um dos mais atingidos, diante do estado de calamidade pública enfrentado pelo país. Trata-se de uma
área econômica que contribui fortemente para a distribuição de renda, justamente porque é uma cadeia produtiva 
bem mais pulverizada.
O benefício servirá como reposição de parte da renda dos Guias de Turismo, 
que efetivamente exercem esta profissão e consequentemente perderam seu trabalho e renda devido a total 
paralisação da atividade turística”, argumentou o parlamentar.
Músicos profissionais
“O setor da música é um dos mais impactados pela crise do covid-19. As atividades de praticamente 
todas as empresas desta área foram de 100 a 0 em menos de duas semanas. Sabe-se que a crise deve 
perdurar por pelo menos mais dois a quatro meses, e que a cultura, a música é um setor vital, com alto impacto em geração de renda, emprego e desenvolvimento, que gera uma fatia expressiva do PIB regional e nacional”, pontuou.
Para terem direito ao recurso, os profissionais terão que comprovar o exercício da atividade mediante inscrições nos cadastros municipais.
Foto: Câmara CBA.
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Durigan defende que Brasil deve ampliar comércio exterior

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (17) a estratégia de abertura do comércio de produtos brasileiros para outros países. 

Segundo ele, outros governos e investidores olham para o Brasil com confiança. “Em um mundo de incertezas, temos de construir o Brasil como um porto seguro, temos de projetar segurança e previsibilidade”, disse ao participar de evento na capital paulista.

Para Durigan, essa abertura deve ser baseada em negociações e não de dependência de um parceiro exclusivo, na Ásia ou na América do Norte, por exemplo.

“[O Brasil] vai fazer o debate sabendo de suas fraquezas e fortalezas”, apontou.

A fala do ministro ocorre no momento de tensão entre Brasil e Estados Unidos. Na semana passada, o governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas fiscais

Durigan também argumentou sobre a adoção de medidas, como bloqueio de orçamento e limite de gastos obrigatórios, para que o país mantenha a estabilidade fiscal. 

“Precisamos manter uma trajetória fiscal, sem desestabilizar”, disse.

Sobre a reforma tributária, o ministro reconhece que pode amedrontar, por impor muitas mudanças. Porém, Durigan acredita que 2027 será um importante ano para a transição, e que, ao final, resultará em um sistema melhor, a médio e longo prazo, para o país. 

A questão dos juros também foi abordada. Durigan afirmou que não há condições de discutir crédito no país sem “juros civilizados”, por, conforme o ministro, serem a “milha final” dos ajustes de médio prazo necessários para o desenvolvimento do país.



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