FISCALIZAÇÃO

Operação Lei Seca termina com uma prisão e 49 motocicletas removidas em Cuiabá

Abordagens ocorreram na avenida Miguel Sutil, no bairro Porto, na noite desta segunda (29)

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Polícia

Foto: GGI-SESP

Quarenta e nove motocicletas foram removidas durante a 100ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite de terça-feira (29.10), na avenida Miguel Sutil, no bairro Porto, em Cuiabá. Nesta edição, a ação foi voltada para às motocicletas.

A operação também terminou na prisão de um motociclista por tráfico de drogas.

As abordagens iniciaram às 21h. Ao todo, foram confeccionados 93 autos de infração de trânsito, sendo três por recusa ao teste de alcoolemia, 30 por condução de veículo sem registro ou não licenciado, 26 por conduzir sem habilitação, três por conduzir sob efeito de álcool e 31 por infrações diversas.

Ainda na fiscalização, 186 foram condutores submetidos ao teste de alcoolemia e 186 motos foram fiscalizadas, dos quais 57 foram autuadas.

A fiscalização do trânsito com operações da Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). Nessas duas ações, trabalharam equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Politec Sistema Socioeducativo e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias

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A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.

Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.

O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.

Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.

A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.

As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.

A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.

“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.

Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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